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Artista

Wilson Simoninha

Sobre Wilson Simoninha

Primogênito de Wilson Simonal, Simoninha atua no universo musical desde a década de 1980. Em 2000, já como diretor artístico da gravadora Trama, teve boa projeção com o álbum Volume 2, que trazia releituras para temas de Jorge Ben Jor (“Bebete Vãobora”), Johnny Alf (“Eu E A Brisa”), além de repertório de seus colegas de gravadora (“Flor Do Futuro”, “É Isso Que Dá”). Sua predileção como intérprete sempre foi pelo samba e pela soul music, tanto a de sotaque americano quanto a abrasileirada, perseguida por Tim Maia, Carlos Dafé, Hyldon, Claudio Zoli e Marku Ribas. Paralelamente à carreira artística, Simoninha compôs e gravou diversos jingles de propagandas de sucesso. Também foi fundamental para revigorar a história do pai, participando do documentário Ninguém Sabe o Duro Que Dei e liderando o show O Baile do Simonal, ao lado do irmão Max de Castro.

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Wilson Simoninha

Primogênito de Wilson Simonal, Simoninha atua no universo musical desde a década de 1980. Em 2000, já como diretor artístico da gravadora Trama, teve boa projeção com o álbum Volume 2, que trazia releituras para temas de Jorge Ben Jor (“Bebete Vãobora”), Johnny Alf (“Eu E A Brisa”), além de repertório de seus colegas de gravadora (“Flor Do Futuro”, “É Isso Que Dá”). Sua predileção como intérprete sempre foi pelo samba e pela soul music, tanto a de sotaque americano quanto a abrasileirada, perseguida por Tim Maia, Carlos Dafé, Hyldon, Claudio Zoli e Marku Ribas. Paralelamente à carreira artística, Simoninha compôs e gravou diversos jingles de propagandas de sucesso. Também foi fundamental para revigorar a história do pai, participando do documentário Ninguém Sabe o Duro Que Dei e liderando o show O Baile do Simonal, ao lado do irmão Max de Castro.

Sobre Wilson Simoninha

Primogênito de Wilson Simonal, Simoninha atua no universo musical desde a década de 1980. Em 2000, já como diretor artístico da gravadora Trama, teve boa projeção com o álbum Volume 2, que trazia releituras para temas de Jorge Ben Jor (“Bebete Vãobora”), Johnny Alf (“Eu E A Brisa”), além de repertório de seus colegas de gravadora (“Flor Do Futuro”, “É Isso Que Dá”). Sua predileção como intérprete sempre foi pelo samba e pela soul music, tanto a de sotaque americano quanto a abrasileirada, perseguida por Tim Maia, Carlos Dafé, Hyldon, Claudio Zoli e Marku Ribas. Paralelamente à carreira artística, Simoninha compôs e gravou diversos jingles de propagandas de sucesso. Também foi fundamental para revigorar a história do pai, participando do documentário Ninguém Sabe o Duro Que Dei e liderando o show O Baile do Simonal, ao lado do irmão Max de Castro.

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Primogênito de Wilson Simonal, Simoninha atua no universo musical desde a década de 1980. Em 2000, já como diretor artístico da gravadora Trama, teve boa projeção com o álbum Volume 2, que trazia releituras para temas de Jorge Ben Jor (“Bebete Vãobora”), Johnny Alf (“Eu E A Brisa”), além de repertório de seus colegas de gravadora (“Flor Do Futuro”, “É Isso Que Dá”). Sua predileção como intérprete sempre foi pelo samba e pela soul music, tanto a de sotaque americano quanto a abrasileirada, perseguida por Tim Maia, Carlos Dafé, Hyldon, Claudio Zoli e Marku Ribas. Paralelamente à carreira artística, Simoninha compôs e gravou diversos jingles de propagandas de sucesso. Também foi fundamental para revigorar a história do pai, participando do documentário Ninguém Sabe o Duro Que Dei e liderando o show O Baile do Simonal, ao lado do irmão Max de Castro.

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