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Artista

Wilson Simonal

Sobre Wilson Simonal

A trajetória de Wilson Simonal é única, na ascensão e na queda. Nasceu pobre, filho de uma empregada doméstica, esteve no epicentro da música brasileira que se criava nos anos 1960 no Rio de Janeiro e deixou hits tocados até hoje, como “Lobo Bobo”, “País Tropical” e “Nem Vem Que Nem Tem”. Para sair da pobreza à fama, Simonal precisou usar muita ginga e um senso de divisão das frases inspirado nos cantores de jazz. Virou crooner de boate e chamou a atenção de Ronaldo Bôscoli, que o integraria à bossa nova. “Mamãe Passou Açúcar em Mim” e “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, músicas de 1966, tornariam o cantor conhecido no país inteiro, principalmente a partir de suas apresentações em festivais de canção e nos programas musicais da TV Record. Seus álbuns mais importantes são Alegria, Alegria (1968), com gravações como “Zazueira” e “Sá Marina”, Alegria, Alegria vol. 4 (1969), de “País Tropical”, e Simonal (1970), considerado pela crítica o ponto alto de uma carreira – que nos anos seguintes seria empanada por um suposto (e sempre desmentido) envolvimento do cantor com agentes da ditadura militar. Após anos de ostracismo o cantor faleceu em junho de 2000.

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Wilson Simonal

A trajetória de Wilson Simonal é única, na ascensão e na queda. Nasceu pobre, filho de uma empregada doméstica, esteve no epicentro da música brasileira que se criava nos anos 1960 no Rio de Janeiro e deixou hits tocados até hoje, como “Lobo Bobo”, “País Tropical” e “Nem Vem Que Nem Tem”. Para sair da pobreza à fama, Simonal precisou usar muita ginga e um senso de divisão das frases inspirado nos cantores de jazz. Virou crooner de boate e chamou a atenção de Ronaldo Bôscoli, que o integraria à bossa nova. “Mamãe Passou Açúcar em Mim” e “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, músicas de 1966, tornariam o cantor conhecido no país inteiro, principalmente a partir de suas apresentações em festivais de canção e nos programas musicais da TV Record. Seus álbuns mais importantes são Alegria, Alegria (1968), com gravações como “Zazueira” e “Sá Marina”, Alegria, Alegria vol. 4 (1969), de “País Tropical”, e Simonal (1970), considerado pela crítica o ponto alto de uma carreira – que nos anos seguintes seria empanada por um suposto (e sempre desmentido) envolvimento do cantor com agentes da ditadura militar. Após anos de ostracismo o cantor faleceu em junho de 2000.

Sobre Wilson Simonal

A trajetória de Wilson Simonal é única, na ascensão e na queda. Nasceu pobre, filho de uma empregada doméstica, esteve no epicentro da música brasileira que se criava nos anos 1960 no Rio de Janeiro e deixou hits tocados até hoje, como “Lobo Bobo”, “País Tropical” e “Nem Vem Que Nem Tem”. Para sair da pobreza à fama, Simonal precisou usar muita ginga e um senso de divisão das frases inspirado nos cantores de jazz. Virou crooner de boate e chamou a atenção de Ronaldo Bôscoli, que o integraria à bossa nova. “Mamãe Passou Açúcar em Mim” e “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, músicas de 1966, tornariam o cantor conhecido no país inteiro, principalmente a partir de suas apresentações em festivais de canção e nos programas musicais da TV Record. Seus álbuns mais importantes são Alegria, Alegria (1968), com gravações como “Zazueira” e “Sá Marina”, Alegria, Alegria vol. 4 (1969), de “País Tropical”, e Simonal (1970), considerado pela crítica o ponto alto de uma carreira – que nos anos seguintes seria empanada por um suposto (e sempre desmentido) envolvimento do cantor com agentes da ditadura militar. Após anos de ostracismo o cantor faleceu em junho de 2000.

Sobre Wilson Simonal

A trajetória de Wilson Simonal é única, na ascensão e na queda. Nasceu pobre, filho de uma empregada doméstica, esteve no epicentro da música brasileira que se criava nos anos 1960 no Rio de Janeiro e deixou hits tocados até hoje, como “Lobo Bobo”, “País Tropical” e “Nem Vem Que Nem Tem”. Para sair da pobreza à fama, Simonal precisou usar muita ginga e um senso de divisão das frases inspirado nos cantores de jazz. Virou crooner de boate e chamou a atenção de Ronaldo Bôscoli, que o integraria à bossa nova. “Mamãe Passou Açúcar em Mim” e “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, músicas de 1966, tornariam o cantor conhecido no país inteiro, principalmente a partir de suas apresentações em festivais de canção e nos programas musicais da TV Record. Seus álbuns mais importantes são Alegria, Alegria (1968), com gravações como “Zazueira” e “Sá Marina”, Alegria, Alegria vol. 4 (1969), de “País Tropical”, e Simonal (1970), considerado pela crítica o ponto alto de uma carreira – que nos anos seguintes seria empanada por um suposto (e sempre desmentido) envolvimento do cantor com agentes da ditadura militar. Após anos de ostracismo o cantor faleceu em junho de 2000.

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