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Artista

Violent Femmes

Sobre Violent Femmes

Banda americana de rock alternativo pós-punk, a Violent Femmes nasceu em 1981, em Milwaukee. Com Gordon Gano (vocais e guitarra), Brian Ritchie (baixo) e Victor DeLorenzo (bateria e percussão), o grupo lançou o primeiro álbum, homônimo, no ano seguinte. O trabalho, do hit “Blister in the Sun”, rendeu convite para abrir show dos Pretenders. Ao longo de mais de três décadas de carreira, com uma série de interrupções e mudanças na formação, o grupo ficou conhecido também por canções como “American Music” “Gone Daddy Gone” “Nightmares” e “Add It Up”. Em 2009, depois de um dos períodos de inatividade, o Violent Femmes voltou a se reunir para gravar “Crazy”, cover do Gnarls Barkley. Em 2013, fez nova reaparição, dessa vez numa aclamada apresentação no festival Coachella. Dois anos depois, saiu o EP Happy New Year, gravado ao vivo. O sucesso da empreitada fez os músicos entrarem em estúdio depois 15 anos, com Gano e Ritchie como remanescentes da banda original, para gravar We Can Do Anything. O registro, que chegou ao mercado em 2016, percorre gêneros como folk, punk, blues, jazz e rock e teve como primeiro single a faixa “Memory”.

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Violent Femmes

Banda americana de rock alternativo pós-punk, a Violent Femmes nasceu em 1981, em Milwaukee. Com Gordon Gano (vocais e guitarra), Brian Ritchie (baixo) e Victor DeLorenzo (bateria e percussão), o grupo lançou o primeiro álbum, homônimo, no ano seguinte. O trabalho, do hit “Blister in the Sun”, rendeu convite para abrir show dos Pretenders. Ao longo de mais de três décadas de carreira, com uma série de interrupções e mudanças na formação, o grupo ficou conhecido também por canções como “American Music” “Gone Daddy Gone” “Nightmares” e “Add It Up”. Em 2009, depois de um dos períodos de inatividade, o Violent Femmes voltou a se reunir para gravar “Crazy”, cover do Gnarls Barkley. Em 2013, fez nova reaparição, dessa vez numa aclamada apresentação no festival Coachella. Dois anos depois, saiu o EP Happy New Year, gravado ao vivo. O sucesso da empreitada fez os músicos entrarem em estúdio depois 15 anos, com Gano e Ritchie como remanescentes da banda original, para gravar We Can Do Anything. O registro, que chegou ao mercado em 2016, percorre gêneros como folk, punk, blues, jazz e rock e teve como primeiro single a faixa “Memory”.

Sobre Violent Femmes

Banda americana de rock alternativo pós-punk, a Violent Femmes nasceu em 1981, em Milwaukee. Com Gordon Gano (vocais e guitarra), Brian Ritchie (baixo) e Victor DeLorenzo (bateria e percussão), o grupo lançou o primeiro álbum, homônimo, no ano seguinte. O trabalho, do hit “Blister in the Sun”, rendeu convite para abrir show dos Pretenders. Ao longo de mais de três décadas de carreira, com uma série de interrupções e mudanças na formação, o grupo ficou conhecido também por canções como “American Music” “Gone Daddy Gone” “Nightmares” e “Add It Up”. Em 2009, depois de um dos períodos de inatividade, o Violent Femmes voltou a se reunir para gravar “Crazy”, cover do Gnarls Barkley. Em 2013, fez nova reaparição, dessa vez numa aclamada apresentação no festival Coachella. Dois anos depois, saiu o EP Happy New Year, gravado ao vivo. O sucesso da empreitada fez os músicos entrarem em estúdio depois 15 anos, com Gano e Ritchie como remanescentes da banda original, para gravar We Can Do Anything. O registro, que chegou ao mercado em 2016, percorre gêneros como folk, punk, blues, jazz e rock e teve como primeiro single a faixa “Memory”.

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Banda americana de rock alternativo pós-punk, a Violent Femmes nasceu em 1981, em Milwaukee. Com Gordon Gano (vocais e guitarra), Brian Ritchie (baixo) e Victor DeLorenzo (bateria e percussão), o grupo lançou o primeiro álbum, homônimo, no ano seguinte. O trabalho, do hit “Blister in the Sun”, rendeu convite para abrir show dos Pretenders. Ao longo de mais de três décadas de carreira, com uma série de interrupções e mudanças na formação, o grupo ficou conhecido também por canções como “American Music” “Gone Daddy Gone” “Nightmares” e “Add It Up”. Em 2009, depois de um dos períodos de inatividade, o Violent Femmes voltou a se reunir para gravar “Crazy”, cover do Gnarls Barkley. Em 2013, fez nova reaparição, dessa vez numa aclamada apresentação no festival Coachella. Dois anos depois, saiu o EP Happy New Year, gravado ao vivo. O sucesso da empreitada fez os músicos entrarem em estúdio depois 15 anos, com Gano e Ritchie como remanescentes da banda original, para gravar We Can Do Anything. O registro, que chegou ao mercado em 2016, percorre gêneros como folk, punk, blues, jazz e rock e teve como primeiro single a faixa “Memory”.

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