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Artista

Stevie Wonder

Sobre Stevie Wonder

Um dos músicos mais premiados da história do Grammy (foram 22 prêmios até agora), Stevie Wonder começou sua carreira, que redundaria em mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro, bem cedo: aos 11 anos, depois de tocar e cantar para o CEO da Motown, saiu do encontro com seu primeiro contrato assinado. A fase madura do artista, quando alcançou uma criativa mistura de soul, R&B, rock, jazz fusion, reggae e funk começa com o álbum Talking Book (1972), com duas faixas que o tornariam famoso no mundo inteiro: “Superstition” e a balada “You Are the Sunshine of My Life”. Innervisions, o trabalho seguinte, trouxe “Higher Ground” e novas sonoridades no teclado. Sua fase mais criativa se prolongaria com Songs in the Key of Life (1975), que teria mais duas músicas nº 1: “Sir Duke” e “Isn’t She Lovely?”, composta em homenagem à sua filha Aisha. Frequentemente convidado a tocar com outros artistas, Wonder já gravou com Bruce Springsteen, Michael Jackson, Rolling Stones e Elton John, entre outros. Em 2005, depois de dez anos sem gravar, voltou aos estúdios e lançou A Time to Love, no qual tocou com Prince (“So What the Fuss”) e cantou com Aisha (“From the Bottom of My Heart” e “Shelter in the Rain”).

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Stevie Wonder

Um dos músicos mais premiados da história do Grammy (foram 22 prêmios até agora), Stevie Wonder começou sua carreira, que redundaria em mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro, bem cedo: aos 11 anos, depois de tocar e cantar para o CEO da Motown, saiu do encontro com seu primeiro contrato assinado. A fase madura do artista, quando alcançou uma criativa mistura de soul, R&B, rock, jazz fusion, reggae e funk começa com o álbum Talking Book (1972), com duas faixas que o tornariam famoso no mundo inteiro: “Superstition” e a balada “You Are the Sunshine of My Life”. Innervisions, o trabalho seguinte, trouxe “Higher Ground” e novas sonoridades no teclado. Sua fase mais criativa se prolongaria com Songs in the Key of Life (1975), que teria mais duas músicas nº 1: “Sir Duke” e “Isn’t She Lovely?”, composta em homenagem à sua filha Aisha. Frequentemente convidado a tocar com outros artistas, Wonder já gravou com Bruce Springsteen, Michael Jackson, Rolling Stones e Elton John, entre outros. Em 2005, depois de dez anos sem gravar, voltou aos estúdios e lançou A Time to Love, no qual tocou com Prince (“So What the Fuss”) e cantou com Aisha (“From the Bottom of My Heart” e “Shelter in the Rain”).

Sobre Stevie Wonder

Um dos músicos mais premiados da história do Grammy (foram 22 prêmios até agora), Stevie Wonder começou sua carreira, que redundaria em mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro, bem cedo: aos 11 anos, depois de tocar e cantar para o CEO da Motown, saiu do encontro com seu primeiro contrato assinado. A fase madura do artista, quando alcançou uma criativa mistura de soul, R&B, rock, jazz fusion, reggae e funk começa com o álbum Talking Book (1972), com duas faixas que o tornariam famoso no mundo inteiro: “Superstition” e a balada “You Are the Sunshine of My Life”. Innervisions, o trabalho seguinte, trouxe “Higher Ground” e novas sonoridades no teclado. Sua fase mais criativa se prolongaria com Songs in the Key of Life (1975), que teria mais duas músicas nº 1: “Sir Duke” e “Isn’t She Lovely?”, composta em homenagem à sua filha Aisha. Frequentemente convidado a tocar com outros artistas, Wonder já gravou com Bruce Springsteen, Michael Jackson, Rolling Stones e Elton John, entre outros. Em 2005, depois de dez anos sem gravar, voltou aos estúdios e lançou A Time to Love, no qual tocou com Prince (“So What the Fuss”) e cantou com Aisha (“From the Bottom of My Heart” e “Shelter in the Rain”).

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Um dos músicos mais premiados da história do Grammy (foram 22 prêmios até agora), Stevie Wonder começou sua carreira, que redundaria em mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro, bem cedo: aos 11 anos, depois de tocar e cantar para o CEO da Motown, saiu do encontro com seu primeiro contrato assinado. A fase madura do artista, quando alcançou uma criativa mistura de soul, R&B, rock, jazz fusion, reggae e funk começa com o álbum Talking Book (1972), com duas faixas que o tornariam famoso no mundo inteiro: “Superstition” e a balada “You Are the Sunshine of My Life”. Innervisions, o trabalho seguinte, trouxe “Higher Ground” e novas sonoridades no teclado. Sua fase mais criativa se prolongaria com Songs in the Key of Life (1975), que teria mais duas músicas nº 1: “Sir Duke” e “Isn’t She Lovely?”, composta em homenagem à sua filha Aisha. Frequentemente convidado a tocar com outros artistas, Wonder já gravou com Bruce Springsteen, Michael Jackson, Rolling Stones e Elton John, entre outros. Em 2005, depois de dez anos sem gravar, voltou aos estúdios e lançou A Time to Love, no qual tocou com Prince (“So What the Fuss”) e cantou com Aisha (“From the Bottom of My Heart” e “Shelter in the Rain”).

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