356x237

Artista

St. Vincent

Sobre St. Vincent

St. Vincent é o nome artístico de Annie Clark, uma multi-instrumentista que começou aos 12 anos tocando guitarra e standards de jazz na banda dos tios no Texas. Depois de estudar três anos no Berklee College of Music e integrar o grupo de rock sinfônico The Polyhonic Spree, Annie tornou-se St. Vincent (referência ao hospital onde morreu o poeta Dylan Thomas, retirada de uma canção de Nick Cave) e lançou o impactante Marry Me (2007), quase todo com composições próprias. As faixas “Jesus Saves, I Spend” e “Paris Is Burning” cuidaram de espalhar a novidade indie pelos EUA e pelo mundo. Em 2009, um novo trabalho, Actor, foi saudado pela audaciosa mistura de sons e timbres que traziam temas como sexo e violência tratados de forma lírica. Já Strange Mercy, de 2011, revelou-se mais íntimo e pessoal, com canções que abordam a monogamia (“Chloe in the Afternoon”), a depressão (“The Year of Tiger”) e a violência (“Cruel”). O trabalho de St. Vincent chamou a atenção de David Byrne, e os dois lançaram juntos, em 2012, o álbum Love this Giant. O lançamento de 2014, Sr. Vincent, agradou a crítica e tanto o álbum quanto o single “Digital Witness” apareceram em diversas listas de melhores do ano.

356x237

St. Vincent

St. Vincent é o nome artístico de Annie Clark, uma multi-instrumentista que começou aos 12 anos tocando guitarra e standards de jazz na banda dos tios no Texas. Depois de estudar três anos no Berklee College of Music e integrar o grupo de rock sinfônico The Polyhonic Spree, Annie tornou-se St. Vincent (referência ao hospital onde morreu o poeta Dylan Thomas, retirada de uma canção de Nick Cave) e lançou o impactante Marry Me (2007), quase todo com composições próprias. As faixas “Jesus Saves, I Spend” e “Paris Is Burning” cuidaram de espalhar a novidade indie pelos EUA e pelo mundo. Em 2009, um novo trabalho, Actor, foi saudado pela audaciosa mistura de sons e timbres que traziam temas como sexo e violência tratados de forma lírica. Já Strange Mercy, de 2011, revelou-se mais íntimo e pessoal, com canções que abordam a monogamia (“Chloe in the Afternoon”), a depressão (“The Year of Tiger”) e a violência (“Cruel”). O trabalho de St. Vincent chamou a atenção de David Byrne, e os dois lançaram juntos, em 2012, o álbum Love this Giant. O lançamento de 2014, Sr. Vincent, agradou a crítica e tanto o álbum quanto o single “Digital Witness” apareceram em diversas listas de melhores do ano.

Sobre St. Vincent

St. Vincent é o nome artístico de Annie Clark, uma multi-instrumentista que começou aos 12 anos tocando guitarra e standards de jazz na banda dos tios no Texas. Depois de estudar três anos no Berklee College of Music e integrar o grupo de rock sinfônico The Polyhonic Spree, Annie tornou-se St. Vincent (referência ao hospital onde morreu o poeta Dylan Thomas, retirada de uma canção de Nick Cave) e lançou o impactante Marry Me (2007), quase todo com composições próprias. As faixas “Jesus Saves, I Spend” e “Paris Is Burning” cuidaram de espalhar a novidade indie pelos EUA e pelo mundo. Em 2009, um novo trabalho, Actor, foi saudado pela audaciosa mistura de sons e timbres que traziam temas como sexo e violência tratados de forma lírica. Já Strange Mercy, de 2011, revelou-se mais íntimo e pessoal, com canções que abordam a monogamia (“Chloe in the Afternoon”), a depressão (“The Year of Tiger”) e a violência (“Cruel”). O trabalho de St. Vincent chamou a atenção de David Byrne, e os dois lançaram juntos, em 2012, o álbum Love this Giant. O lançamento de 2014, Sr. Vincent, agradou a crítica e tanto o álbum quanto o single “Digital Witness” apareceram em diversas listas de melhores do ano.

Sobre St. Vincent

St. Vincent é o nome artístico de Annie Clark, uma multi-instrumentista que começou aos 12 anos tocando guitarra e standards de jazz na banda dos tios no Texas. Depois de estudar três anos no Berklee College of Music e integrar o grupo de rock sinfônico The Polyhonic Spree, Annie tornou-se St. Vincent (referência ao hospital onde morreu o poeta Dylan Thomas, retirada de uma canção de Nick Cave) e lançou o impactante Marry Me (2007), quase todo com composições próprias. As faixas “Jesus Saves, I Spend” e “Paris Is Burning” cuidaram de espalhar a novidade indie pelos EUA e pelo mundo. Em 2009, um novo trabalho, Actor, foi saudado pela audaciosa mistura de sons e timbres que traziam temas como sexo e violência tratados de forma lírica. Já Strange Mercy, de 2011, revelou-se mais íntimo e pessoal, com canções que abordam a monogamia (“Chloe in the Afternoon”), a depressão (“The Year of Tiger”) e a violência (“Cruel”). O trabalho de St. Vincent chamou a atenção de David Byrne, e os dois lançaram juntos, em 2012, o álbum Love this Giant. O lançamento de 2014, Sr. Vincent, agradou a crítica e tanto o álbum quanto o single “Digital Witness” apareceram em diversas listas de melhores do ano.

Disponível em iOS, Android, Windows e Web.

Músicas ilimitadas em qualquer lugar. Milhões de músicas em todos os gêneros.

Disponível em iOS, Android, Windows e Web.