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Artista

Ray Charles

Sobre Ray Charles

Na opinião de ninguém menos que Frank Sinatra, Ray Charles Robinson (1930-2004) foi o único gênio da música. Nascido no estado da Georgia e criado pela mãe – como o cinema mostrou em Ray –,ele ficou cego aos 7 anos, e pouco depois foi enviado para uma escola especial na Flórida. Lá, aprendeu a difícil técnica de tocar piano lendo a partitura em braile. Da adolescência ao estrelato, foram anos de mudanças de cidade, de uma costa a outra nos Estados Unidos, apresentações em troca de lanche, fome e portas fechadas. A mudança aconteceu em 1952, quando assinou com a Atlantic Records. Vieram sucessos como “I Got a Woman” e a mistura de gospel, jazz e blues que pavimentou parte do caminho para o rock n’roll. Depois, “What I’d Say” (1959), “Georgia on My Mind” (1960) e “Hit the Road Jack” (1961), três de seus maiores êxitos. Ray transitava entre o soul, o R&B, o blues e o então recém-nascido rock com naturalidade. Nos anos 1980, gravou participações em projetos de outros artistas – a exemplo do projeto USA for Africa. Seu álbum Genius Loves Company foi lançado em 2004, poucos meses após sua morte, e traz duetos com artistas como Natalie Cole, Elton John e Willie Nelson.

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Ray Charles

Na opinião de ninguém menos que Frank Sinatra, Ray Charles Robinson (1930-2004) foi o único gênio da música. Nascido no estado da Georgia e criado pela mãe – como o cinema mostrou em Ray –,ele ficou cego aos 7 anos, e pouco depois foi enviado para uma escola especial na Flórida. Lá, aprendeu a difícil técnica de tocar piano lendo a partitura em braile. Da adolescência ao estrelato, foram anos de mudanças de cidade, de uma costa a outra nos Estados Unidos, apresentações em troca de lanche, fome e portas fechadas. A mudança aconteceu em 1952, quando assinou com a Atlantic Records. Vieram sucessos como “I Got a Woman” e a mistura de gospel, jazz e blues que pavimentou parte do caminho para o rock n’roll. Depois, “What I’d Say” (1959), “Georgia on My Mind” (1960) e “Hit the Road Jack” (1961), três de seus maiores êxitos. Ray transitava entre o soul, o R&B, o blues e o então recém-nascido rock com naturalidade. Nos anos 1980, gravou participações em projetos de outros artistas – a exemplo do projeto USA for Africa. Seu álbum Genius Loves Company foi lançado em 2004, poucos meses após sua morte, e traz duetos com artistas como Natalie Cole, Elton John e Willie Nelson.

Sobre Ray Charles

Na opinião de ninguém menos que Frank Sinatra, Ray Charles Robinson (1930-2004) foi o único gênio da música. Nascido no estado da Georgia e criado pela mãe – como o cinema mostrou em Ray –,ele ficou cego aos 7 anos, e pouco depois foi enviado para uma escola especial na Flórida. Lá, aprendeu a difícil técnica de tocar piano lendo a partitura em braile. Da adolescência ao estrelato, foram anos de mudanças de cidade, de uma costa a outra nos Estados Unidos, apresentações em troca de lanche, fome e portas fechadas. A mudança aconteceu em 1952, quando assinou com a Atlantic Records. Vieram sucessos como “I Got a Woman” e a mistura de gospel, jazz e blues que pavimentou parte do caminho para o rock n’roll. Depois, “What I’d Say” (1959), “Georgia on My Mind” (1960) e “Hit the Road Jack” (1961), três de seus maiores êxitos. Ray transitava entre o soul, o R&B, o blues e o então recém-nascido rock com naturalidade. Nos anos 1980, gravou participações em projetos de outros artistas – a exemplo do projeto USA for Africa. Seu álbum Genius Loves Company foi lançado em 2004, poucos meses após sua morte, e traz duetos com artistas como Natalie Cole, Elton John e Willie Nelson.

Sobre Ray Charles

Na opinião de ninguém menos que Frank Sinatra, Ray Charles Robinson (1930-2004) foi o único gênio da música. Nascido no estado da Georgia e criado pela mãe – como o cinema mostrou em Ray –,ele ficou cego aos 7 anos, e pouco depois foi enviado para uma escola especial na Flórida. Lá, aprendeu a difícil técnica de tocar piano lendo a partitura em braile. Da adolescência ao estrelato, foram anos de mudanças de cidade, de uma costa a outra nos Estados Unidos, apresentações em troca de lanche, fome e portas fechadas. A mudança aconteceu em 1952, quando assinou com a Atlantic Records. Vieram sucessos como “I Got a Woman” e a mistura de gospel, jazz e blues que pavimentou parte do caminho para o rock n’roll. Depois, “What I’d Say” (1959), “Georgia on My Mind” (1960) e “Hit the Road Jack” (1961), três de seus maiores êxitos. Ray transitava entre o soul, o R&B, o blues e o então recém-nascido rock com naturalidade. Nos anos 1980, gravou participações em projetos de outros artistas – a exemplo do projeto USA for Africa. Seu álbum Genius Loves Company foi lançado em 2004, poucos meses após sua morte, e traz duetos com artistas como Natalie Cole, Elton John e Willie Nelson.

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