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Artista

Quincy Jones

Sobre Quincy Jones

Na adolescência, Quincy Delight Jones Jr. (nascido em Chicago em 1933) aprendeu a ler música com ninguém menos que Ray Charles – um ensinamento duplo, considerando a cegueira do mais que talentoso professor. Jovem, tocou trompete e fez arranjos para Dizzy Gillespie, Count Basie, Lionel Hampton e para o próprio Ray. Com 24 anos, ele já tinha sua própria big band, com os melhores músicos do mercado, e era executivo de gravadora. Nos anos 1960, começou a compor trilhas de filmes (são 33 até hoje) e a transitar entre o jazz, o soul, o R&B e o nascente funk. Estabelecido como um dos maiores produtores da música, Quincy Jones trabalhou com Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Ray Charles, Aretha Franklin, George Benson, entre outros. Mas foi com Michael Jackson a sua parceria mais vitoriosa, rendendo três álbuns clássicos: Off the Wall, Thriller e Bad. A revista Time o colocou entre os mais influentes músicos de jazz do século 20.

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Quincy Jones

Na adolescência, Quincy Delight Jones Jr. (nascido em Chicago em 1933) aprendeu a ler música com ninguém menos que Ray Charles – um ensinamento duplo, considerando a cegueira do mais que talentoso professor. Jovem, tocou trompete e fez arranjos para Dizzy Gillespie, Count Basie, Lionel Hampton e para o próprio Ray. Com 24 anos, ele já tinha sua própria big band, com os melhores músicos do mercado, e era executivo de gravadora. Nos anos 1960, começou a compor trilhas de filmes (são 33 até hoje) e a transitar entre o jazz, o soul, o R&B e o nascente funk. Estabelecido como um dos maiores produtores da música, Quincy Jones trabalhou com Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Ray Charles, Aretha Franklin, George Benson, entre outros. Mas foi com Michael Jackson a sua parceria mais vitoriosa, rendendo três álbuns clássicos: Off the Wall, Thriller e Bad. A revista Time o colocou entre os mais influentes músicos de jazz do século 20.

Sobre Quincy Jones

Na adolescência, Quincy Delight Jones Jr. (nascido em Chicago em 1933) aprendeu a ler música com ninguém menos que Ray Charles – um ensinamento duplo, considerando a cegueira do mais que talentoso professor. Jovem, tocou trompete e fez arranjos para Dizzy Gillespie, Count Basie, Lionel Hampton e para o próprio Ray. Com 24 anos, ele já tinha sua própria big band, com os melhores músicos do mercado, e era executivo de gravadora. Nos anos 1960, começou a compor trilhas de filmes (são 33 até hoje) e a transitar entre o jazz, o soul, o R&B e o nascente funk. Estabelecido como um dos maiores produtores da música, Quincy Jones trabalhou com Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Ray Charles, Aretha Franklin, George Benson, entre outros. Mas foi com Michael Jackson a sua parceria mais vitoriosa, rendendo três álbuns clássicos: Off the Wall, Thriller e Bad. A revista Time o colocou entre os mais influentes músicos de jazz do século 20.

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Na adolescência, Quincy Delight Jones Jr. (nascido em Chicago em 1933) aprendeu a ler música com ninguém menos que Ray Charles – um ensinamento duplo, considerando a cegueira do mais que talentoso professor. Jovem, tocou trompete e fez arranjos para Dizzy Gillespie, Count Basie, Lionel Hampton e para o próprio Ray. Com 24 anos, ele já tinha sua própria big band, com os melhores músicos do mercado, e era executivo de gravadora. Nos anos 1960, começou a compor trilhas de filmes (são 33 até hoje) e a transitar entre o jazz, o soul, o R&B e o nascente funk. Estabelecido como um dos maiores produtores da música, Quincy Jones trabalhou com Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Ray Charles, Aretha Franklin, George Benson, entre outros. Mas foi com Michael Jackson a sua parceria mais vitoriosa, rendendo três álbuns clássicos: Off the Wall, Thriller e Bad. A revista Time o colocou entre os mais influentes músicos de jazz do século 20.

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