356x237

Artista

Plebe Rude

Sobre Plebe Rude

Na ativa desde a primeira metade da década de 1980, a Plebe Rude marcou a cena brasiliense com seu discurso político e sonoridade variando entre o punk e o pós-punk. Philippe Seabra (voz e guitarra), André X (baixo), Jander Bilaphra (guitarra e voz) e Gutje (bateria) começaram a ser conhecidos nacionalmente a partir do EP O Concreto Já Rachou (1985). Entre as sete faixas do trabalho, produzido por Herbert Vianna, estão os hits “Até Quando Esperar” e “Proteção”. Fernanda Abreu (voz em “Sexo e Karatê”), George Israel (saxofone em “Seu Jogo”) e Jacques Morelenbaum (violoncelo em “Até Quando Esperar”) participam do álbum. Dois anos mais tarde, a Plebe retornou com Nunca Fomos tão Brasileiros, cujo destaque é a faixa “A Ida”. Após mais dois álbuns, o grupo encerrou atividades, voltando a se reunir em 1999 para um registro ao vivo. Clemente, da banda Inocentes, substituiu Jander a partir de 2004.

356x237

Plebe Rude

Na ativa desde a primeira metade da década de 1980, a Plebe Rude marcou a cena brasiliense com seu discurso político e sonoridade variando entre o punk e o pós-punk. Philippe Seabra (voz e guitarra), André X (baixo), Jander Bilaphra (guitarra e voz) e Gutje (bateria) começaram a ser conhecidos nacionalmente a partir do EP O Concreto Já Rachou (1985). Entre as sete faixas do trabalho, produzido por Herbert Vianna, estão os hits “Até Quando Esperar” e “Proteção”. Fernanda Abreu (voz em “Sexo e Karatê”), George Israel (saxofone em “Seu Jogo”) e Jacques Morelenbaum (violoncelo em “Até Quando Esperar”) participam do álbum. Dois anos mais tarde, a Plebe retornou com Nunca Fomos tão Brasileiros, cujo destaque é a faixa “A Ida”. Após mais dois álbuns, o grupo encerrou atividades, voltando a se reunir em 1999 para um registro ao vivo. Clemente, da banda Inocentes, substituiu Jander a partir de 2004.

Sobre Plebe Rude

Na ativa desde a primeira metade da década de 1980, a Plebe Rude marcou a cena brasiliense com seu discurso político e sonoridade variando entre o punk e o pós-punk. Philippe Seabra (voz e guitarra), André X (baixo), Jander Bilaphra (guitarra e voz) e Gutje (bateria) começaram a ser conhecidos nacionalmente a partir do EP O Concreto Já Rachou (1985). Entre as sete faixas do trabalho, produzido por Herbert Vianna, estão os hits “Até Quando Esperar” e “Proteção”. Fernanda Abreu (voz em “Sexo e Karatê”), George Israel (saxofone em “Seu Jogo”) e Jacques Morelenbaum (violoncelo em “Até Quando Esperar”) participam do álbum. Dois anos mais tarde, a Plebe retornou com Nunca Fomos tão Brasileiros, cujo destaque é a faixa “A Ida”. Após mais dois álbuns, o grupo encerrou atividades, voltando a se reunir em 1999 para um registro ao vivo. Clemente, da banda Inocentes, substituiu Jander a partir de 2004.

Sobre Plebe Rude

Na ativa desde a primeira metade da década de 1980, a Plebe Rude marcou a cena brasiliense com seu discurso político e sonoridade variando entre o punk e o pós-punk. Philippe Seabra (voz e guitarra), André X (baixo), Jander Bilaphra (guitarra e voz) e Gutje (bateria) começaram a ser conhecidos nacionalmente a partir do EP O Concreto Já Rachou (1985). Entre as sete faixas do trabalho, produzido por Herbert Vianna, estão os hits “Até Quando Esperar” e “Proteção”. Fernanda Abreu (voz em “Sexo e Karatê”), George Israel (saxofone em “Seu Jogo”) e Jacques Morelenbaum (violoncelo em “Até Quando Esperar”) participam do álbum. Dois anos mais tarde, a Plebe retornou com Nunca Fomos tão Brasileiros, cujo destaque é a faixa “A Ida”. Após mais dois álbuns, o grupo encerrou atividades, voltando a se reunir em 1999 para um registro ao vivo. Clemente, da banda Inocentes, substituiu Jander a partir de 2004.

Disponível em iOS, Android, Windows e Web.

Músicas ilimitadas em qualquer lugar. Milhões de músicas em todos os gêneros.

Disponível em iOS, Android, Windows e Web.