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Artista

Pavilhão 9

Sobre Pavilhão 9

Uma das bandas mais celebradas do rap paulistano nos anos 1990, o grupo Pavilhão 9 nasceu no Grajaú, bairro na periferia da zona sul da cidade. Quando lançaram o EP 1º Ato, em 1992, a contundente letra sobre o abuso de autoridade da polícia na faixa “Otários Fardados” levou os integrantes a se apresentarem com máscaras e gorros para esconder seus rostos – visual que virou marca registrada da banda. A partir do álbum Cadeia Nacional (1997), o time deixou para trás a base tradicional de toca-disco do rap, trocando-a por uma banda com bateria, baixo e guitarras. Dois anos depois, saiu o polêmico Se Deus Vier Que Seja Armado, cuja capa com uma imagem de Cristo provocou indignação de setores da Igreja. Com os registros Reação (2001) e Público Alvo (2004), o P9 consolidou sua fusão de rap e hip-hop com heavy metal, punk e hard rock. Em 2012, depois de cinco anos sem se apresentar, o conjunto fez um show no festival Lollapalooza Brasil, abrindo para o Foo Fighters. Os rappers Rhossi e Doze, fundadores do Pavilhão 9, se reuniram novamente em 2017 para retomar os trabalhos do grupo. A nova fase foi marcada pelo lançamento do álbum Antes Durante Depois, antecipado pela divulgação do lyric video de “Tudo por Dinheiro”.

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Pavilhão 9

Uma das bandas mais celebradas do rap paulistano nos anos 1990, o grupo Pavilhão 9 nasceu no Grajaú, bairro na periferia da zona sul da cidade. Quando lançaram o EP 1º Ato, em 1992, a contundente letra sobre o abuso de autoridade da polícia na faixa “Otários Fardados” levou os integrantes a se apresentarem com máscaras e gorros para esconder seus rostos – visual que virou marca registrada da banda. A partir do álbum Cadeia Nacional (1997), o time deixou para trás a base tradicional de toca-disco do rap, trocando-a por uma banda com bateria, baixo e guitarras. Dois anos depois, saiu o polêmico Se Deus Vier Que Seja Armado, cuja capa com uma imagem de Cristo provocou indignação de setores da Igreja. Com os registros Reação (2001) e Público Alvo (2004), o P9 consolidou sua fusão de rap e hip-hop com heavy metal, punk e hard rock. Em 2012, depois de cinco anos sem se apresentar, o conjunto fez um show no festival Lollapalooza Brasil, abrindo para o Foo Fighters. Os rappers Rhossi e Doze, fundadores do Pavilhão 9, se reuniram novamente em 2017 para retomar os trabalhos do grupo. A nova fase foi marcada pelo lançamento do álbum Antes Durante Depois, antecipado pela divulgação do lyric video de “Tudo por Dinheiro”.

Sobre Pavilhão 9

Uma das bandas mais celebradas do rap paulistano nos anos 1990, o grupo Pavilhão 9 nasceu no Grajaú, bairro na periferia da zona sul da cidade. Quando lançaram o EP 1º Ato, em 1992, a contundente letra sobre o abuso de autoridade da polícia na faixa “Otários Fardados” levou os integrantes a se apresentarem com máscaras e gorros para esconder seus rostos – visual que virou marca registrada da banda. A partir do álbum Cadeia Nacional (1997), o time deixou para trás a base tradicional de toca-disco do rap, trocando-a por uma banda com bateria, baixo e guitarras. Dois anos depois, saiu o polêmico Se Deus Vier Que Seja Armado, cuja capa com uma imagem de Cristo provocou indignação de setores da Igreja. Com os registros Reação (2001) e Público Alvo (2004), o P9 consolidou sua fusão de rap e hip-hop com heavy metal, punk e hard rock. Em 2012, depois de cinco anos sem se apresentar, o conjunto fez um show no festival Lollapalooza Brasil, abrindo para o Foo Fighters. Os rappers Rhossi e Doze, fundadores do Pavilhão 9, se reuniram novamente em 2017 para retomar os trabalhos do grupo. A nova fase foi marcada pelo lançamento do álbum Antes Durante Depois, antecipado pela divulgação do lyric video de “Tudo por Dinheiro”.

Sobre Pavilhão 9

Uma das bandas mais celebradas do rap paulistano nos anos 1990, o grupo Pavilhão 9 nasceu no Grajaú, bairro na periferia da zona sul da cidade. Quando lançaram o EP 1º Ato, em 1992, a contundente letra sobre o abuso de autoridade da polícia na faixa “Otários Fardados” levou os integrantes a se apresentarem com máscaras e gorros para esconder seus rostos – visual que virou marca registrada da banda. A partir do álbum Cadeia Nacional (1997), o time deixou para trás a base tradicional de toca-disco do rap, trocando-a por uma banda com bateria, baixo e guitarras. Dois anos depois, saiu o polêmico Se Deus Vier Que Seja Armado, cuja capa com uma imagem de Cristo provocou indignação de setores da Igreja. Com os registros Reação (2001) e Público Alvo (2004), o P9 consolidou sua fusão de rap e hip-hop com heavy metal, punk e hard rock. Em 2012, depois de cinco anos sem se apresentar, o conjunto fez um show no festival Lollapalooza Brasil, abrindo para o Foo Fighters. Os rappers Rhossi e Doze, fundadores do Pavilhão 9, se reuniram novamente em 2017 para retomar os trabalhos do grupo. A nova fase foi marcada pelo lançamento do álbum Antes Durante Depois, antecipado pela divulgação do lyric video de “Tudo por Dinheiro”.

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