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Artista

Pato Fu

Sobre Pato Fu

Enquanto uma geração de roqueiros brasileiros já havia passado pelo auge da fama – Titãs, Barão, etc – e outra começava a apontar – Nação Zumbi, Raimundos, Planet Hemp, entre elas –, o Pato Fu se formava em Belo Horizonte em 1992 fazendo um som diferente de todo mundo. Não era essencialmente rock, nem eletrônico, nem MPB – era como um pato fazendo artes marciais, como bem sugeriu a própria banda numa das explicações de seu nome. Com Fernanda Takai nos vocais, John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo) e atualmente Glauco Nastacia (bateria) e Lulu Camargo (percussão), o Pato Fu sempre fez experimentações com a música. Em 2010, por exemplo, gravou um álbum, o nono da carreira, usando apenas instrumentos de brinquedos – o Música de Brinquedo. O trabalho mais recente, Não Pare pra Pensar, de 2014, contém “Cego Para as Cores" e "Um Dia do Seu Sol”, entre outras faixas dançantes.

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Pato Fu

Enquanto uma geração de roqueiros brasileiros já havia passado pelo auge da fama – Titãs, Barão, etc – e outra começava a apontar – Nação Zumbi, Raimundos, Planet Hemp, entre elas –, o Pato Fu se formava em Belo Horizonte em 1992 fazendo um som diferente de todo mundo. Não era essencialmente rock, nem eletrônico, nem MPB – era como um pato fazendo artes marciais, como bem sugeriu a própria banda numa das explicações de seu nome. Com Fernanda Takai nos vocais, John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo) e atualmente Glauco Nastacia (bateria) e Lulu Camargo (percussão), o Pato Fu sempre fez experimentações com a música. Em 2010, por exemplo, gravou um álbum, o nono da carreira, usando apenas instrumentos de brinquedos – o Música de Brinquedo. O trabalho mais recente, Não Pare pra Pensar, de 2014, contém “Cego Para as Cores" e "Um Dia do Seu Sol”, entre outras faixas dançantes.

Sobre Pato Fu

Enquanto uma geração de roqueiros brasileiros já havia passado pelo auge da fama – Titãs, Barão, etc – e outra começava a apontar – Nação Zumbi, Raimundos, Planet Hemp, entre elas –, o Pato Fu se formava em Belo Horizonte em 1992 fazendo um som diferente de todo mundo. Não era essencialmente rock, nem eletrônico, nem MPB – era como um pato fazendo artes marciais, como bem sugeriu a própria banda numa das explicações de seu nome. Com Fernanda Takai nos vocais, John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo) e atualmente Glauco Nastacia (bateria) e Lulu Camargo (percussão), o Pato Fu sempre fez experimentações com a música. Em 2010, por exemplo, gravou um álbum, o nono da carreira, usando apenas instrumentos de brinquedos – o Música de Brinquedo. O trabalho mais recente, Não Pare pra Pensar, de 2014, contém “Cego Para as Cores" e "Um Dia do Seu Sol”, entre outras faixas dançantes.

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Enquanto uma geração de roqueiros brasileiros já havia passado pelo auge da fama – Titãs, Barão, etc – e outra começava a apontar – Nação Zumbi, Raimundos, Planet Hemp, entre elas –, o Pato Fu se formava em Belo Horizonte em 1992 fazendo um som diferente de todo mundo. Não era essencialmente rock, nem eletrônico, nem MPB – era como um pato fazendo artes marciais, como bem sugeriu a própria banda numa das explicações de seu nome. Com Fernanda Takai nos vocais, John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo) e atualmente Glauco Nastacia (bateria) e Lulu Camargo (percussão), o Pato Fu sempre fez experimentações com a música. Em 2010, por exemplo, gravou um álbum, o nono da carreira, usando apenas instrumentos de brinquedos – o Música de Brinquedo. O trabalho mais recente, Não Pare pra Pensar, de 2014, contém “Cego Para as Cores" e "Um Dia do Seu Sol”, entre outras faixas dançantes.

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