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Artista

Mississippi John Hurt

Sobre Mississippi John Hurt

Figura lendária no universo blues, John Smith Hurt, como seu nome artístico anuncia, cresceu na pequena cidade de Avalon, situada em Mississippi. Em 1903, aos 10 anos, aprendeu a tocar violão e logo já se apresentava para a população local. No final da década de 1920, a gravadora OKeh Records lançou algumas canções de Hurt, as quais, muito em razão do estilo delicado e intimista, não obtiveram êxito. Após o insucesso e problemas financeiros na gravadora, o músico voltou à terra natal e viveu na obscuridade por mais de 30 anos, trabalhando como lavrador e tocando esporadicamente em eventos da cidade. Até que, nos anos 1960, o entusiasta do blues Tom Hoskins o resgatou para uma série de shows e gravações. Pouco tempo depois de finalmente conquistar fama, Hurt morreu: em 1966, aos 73 anos. Mas sua obra segue sendo homenageada até os dias atuais. Em 1999, o álbum Songs of Mississippi John Hurt, de Bill Morrissey, foi indicado ao Grammy e, em 2013, Rory Block lançou Avalon: A Tribute to Mississippi John Hurt. Entre as gravações mais celebradas de Hurt estão “Cocaine Blues”, “Lonesome Valley” e “Make Me a Pallet on the Floor”.

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Mississippi John Hurt

Figura lendária no universo blues, John Smith Hurt, como seu nome artístico anuncia, cresceu na pequena cidade de Avalon, situada em Mississippi. Em 1903, aos 10 anos, aprendeu a tocar violão e logo já se apresentava para a população local. No final da década de 1920, a gravadora OKeh Records lançou algumas canções de Hurt, as quais, muito em razão do estilo delicado e intimista, não obtiveram êxito. Após o insucesso e problemas financeiros na gravadora, o músico voltou à terra natal e viveu na obscuridade por mais de 30 anos, trabalhando como lavrador e tocando esporadicamente em eventos da cidade. Até que, nos anos 1960, o entusiasta do blues Tom Hoskins o resgatou para uma série de shows e gravações. Pouco tempo depois de finalmente conquistar fama, Hurt morreu: em 1966, aos 73 anos. Mas sua obra segue sendo homenageada até os dias atuais. Em 1999, o álbum Songs of Mississippi John Hurt, de Bill Morrissey, foi indicado ao Grammy e, em 2013, Rory Block lançou Avalon: A Tribute to Mississippi John Hurt. Entre as gravações mais celebradas de Hurt estão “Cocaine Blues”, “Lonesome Valley” e “Make Me a Pallet on the Floor”.

Sobre Mississippi John Hurt

Figura lendária no universo blues, John Smith Hurt, como seu nome artístico anuncia, cresceu na pequena cidade de Avalon, situada em Mississippi. Em 1903, aos 10 anos, aprendeu a tocar violão e logo já se apresentava para a população local. No final da década de 1920, a gravadora OKeh Records lançou algumas canções de Hurt, as quais, muito em razão do estilo delicado e intimista, não obtiveram êxito. Após o insucesso e problemas financeiros na gravadora, o músico voltou à terra natal e viveu na obscuridade por mais de 30 anos, trabalhando como lavrador e tocando esporadicamente em eventos da cidade. Até que, nos anos 1960, o entusiasta do blues Tom Hoskins o resgatou para uma série de shows e gravações. Pouco tempo depois de finalmente conquistar fama, Hurt morreu: em 1966, aos 73 anos. Mas sua obra segue sendo homenageada até os dias atuais. Em 1999, o álbum Songs of Mississippi John Hurt, de Bill Morrissey, foi indicado ao Grammy e, em 2013, Rory Block lançou Avalon: A Tribute to Mississippi John Hurt. Entre as gravações mais celebradas de Hurt estão “Cocaine Blues”, “Lonesome Valley” e “Make Me a Pallet on the Floor”.

Sobre Mississippi John Hurt

Figura lendária no universo blues, John Smith Hurt, como seu nome artístico anuncia, cresceu na pequena cidade de Avalon, situada em Mississippi. Em 1903, aos 10 anos, aprendeu a tocar violão e logo já se apresentava para a população local. No final da década de 1920, a gravadora OKeh Records lançou algumas canções de Hurt, as quais, muito em razão do estilo delicado e intimista, não obtiveram êxito. Após o insucesso e problemas financeiros na gravadora, o músico voltou à terra natal e viveu na obscuridade por mais de 30 anos, trabalhando como lavrador e tocando esporadicamente em eventos da cidade. Até que, nos anos 1960, o entusiasta do blues Tom Hoskins o resgatou para uma série de shows e gravações. Pouco tempo depois de finalmente conquistar fama, Hurt morreu: em 1966, aos 73 anos. Mas sua obra segue sendo homenageada até os dias atuais. Em 1999, o álbum Songs of Mississippi John Hurt, de Bill Morrissey, foi indicado ao Grammy e, em 2013, Rory Block lançou Avalon: A Tribute to Mississippi John Hurt. Entre as gravações mais celebradas de Hurt estão “Cocaine Blues”, “Lonesome Valley” e “Make Me a Pallet on the Floor”.

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