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Artista

Martinho da Vila

Sobre Martinho da Vila

Na ativa desde o final da década de 1960, Martinho da Vila começou a chamar atenção nos festivais que mobilizavam o país no período – a sua clássica “Casa de Bamba” fez parte do quarto Festival da Record, em 1968, e foi o destaque de seu álbum de estreia, editado no ano seguinte. Em mais de 50 anos de carreira, trafegou em diferentes vertentes do samba, aprofundando suas pesquisas sobre história e as influências musicais afro-brasileiras. Foi autor de vários sambas-enredos da escola Unidos de Vila Isabel e ajudou a agremiação a sagrar-se campeã em 1988 com “Kizomba: A Festa da Raça”. Já tendo alcançado sucesso com "Pequeno Burguês", "Quem É do Mar Não Enjoa" e "Pra Que Dinheiro", na década de 1990 Martinho experimentou novo estouro comercial, graças a músicas como “Mulheres” e “Devagar, Devagarinho”, presentes em Tá Delícia, Tá Gostoso (1994) – trabalho que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. Com a chegada do novo milênio, o sambista diversificou seus lançamentos, investindo em trabalhos com mais pesquisas de ritmos. No registro Martinho da Vila, da Roça e da Cidade (2001), por exemplo,incluiu calango, forró e folia de Reis. Em 2016, o cantor participou da cerimônia de encerramento da Olimpíada, cantando clássicos de Pixinguinha, Noel Rosa e Braguinha. No mesmo ano, lançou De Bem com a Vida, cuja faixa-título tem a participação do rapper Criolo.

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Martinho da Vila

Na ativa desde o final da década de 1960, Martinho da Vila começou a chamar atenção nos festivais que mobilizavam o país no período – a sua clássica “Casa de Bamba” fez parte do quarto Festival da Record, em 1968, e foi o destaque de seu álbum de estreia, editado no ano seguinte. Em mais de 50 anos de carreira, trafegou em diferentes vertentes do samba, aprofundando suas pesquisas sobre história e as influências musicais afro-brasileiras. Foi autor de vários sambas-enredos da escola Unidos de Vila Isabel e ajudou a agremiação a sagrar-se campeã em 1988 com “Kizomba: A Festa da Raça”. Já tendo alcançado sucesso com "Pequeno Burguês", "Quem É do Mar Não Enjoa" e "Pra Que Dinheiro", na década de 1990 Martinho experimentou novo estouro comercial, graças a músicas como “Mulheres” e “Devagar, Devagarinho”, presentes em Tá Delícia, Tá Gostoso (1994) – trabalho que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. Com a chegada do novo milênio, o sambista diversificou seus lançamentos, investindo em trabalhos com mais pesquisas de ritmos. No registro Martinho da Vila, da Roça e da Cidade (2001), por exemplo,incluiu calango, forró e folia de Reis. Em 2016, o cantor participou da cerimônia de encerramento da Olimpíada, cantando clássicos de Pixinguinha, Noel Rosa e Braguinha. No mesmo ano, lançou De Bem com a Vida, cuja faixa-título tem a participação do rapper Criolo.

Sobre Martinho da Vila

Na ativa desde o final da década de 1960, Martinho da Vila começou a chamar atenção nos festivais que mobilizavam o país no período – a sua clássica “Casa de Bamba” fez parte do quarto Festival da Record, em 1968, e foi o destaque de seu álbum de estreia, editado no ano seguinte. Em mais de 50 anos de carreira, trafegou em diferentes vertentes do samba, aprofundando suas pesquisas sobre história e as influências musicais afro-brasileiras. Foi autor de vários sambas-enredos da escola Unidos de Vila Isabel e ajudou a agremiação a sagrar-se campeã em 1988 com “Kizomba: A Festa da Raça”. Já tendo alcançado sucesso com "Pequeno Burguês", "Quem É do Mar Não Enjoa" e "Pra Que Dinheiro", na década de 1990 Martinho experimentou novo estouro comercial, graças a músicas como “Mulheres” e “Devagar, Devagarinho”, presentes em Tá Delícia, Tá Gostoso (1994) – trabalho que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. Com a chegada do novo milênio, o sambista diversificou seus lançamentos, investindo em trabalhos com mais pesquisas de ritmos. No registro Martinho da Vila, da Roça e da Cidade (2001), por exemplo,incluiu calango, forró e folia de Reis. Em 2016, o cantor participou da cerimônia de encerramento da Olimpíada, cantando clássicos de Pixinguinha, Noel Rosa e Braguinha. No mesmo ano, lançou De Bem com a Vida, cuja faixa-título tem a participação do rapper Criolo.

Sobre Martinho da Vila

Na ativa desde o final da década de 1960, Martinho da Vila começou a chamar atenção nos festivais que mobilizavam o país no período – a sua clássica “Casa de Bamba” fez parte do quarto Festival da Record, em 1968, e foi o destaque de seu álbum de estreia, editado no ano seguinte. Em mais de 50 anos de carreira, trafegou em diferentes vertentes do samba, aprofundando suas pesquisas sobre história e as influências musicais afro-brasileiras. Foi autor de vários sambas-enredos da escola Unidos de Vila Isabel e ajudou a agremiação a sagrar-se campeã em 1988 com “Kizomba: A Festa da Raça”. Já tendo alcançado sucesso com "Pequeno Burguês", "Quem É do Mar Não Enjoa" e "Pra Que Dinheiro", na década de 1990 Martinho experimentou novo estouro comercial, graças a músicas como “Mulheres” e “Devagar, Devagarinho”, presentes em Tá Delícia, Tá Gostoso (1994) – trabalho que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas. Com a chegada do novo milênio, o sambista diversificou seus lançamentos, investindo em trabalhos com mais pesquisas de ritmos. No registro Martinho da Vila, da Roça e da Cidade (2001), por exemplo,incluiu calango, forró e folia de Reis. Em 2016, o cantor participou da cerimônia de encerramento da Olimpíada, cantando clássicos de Pixinguinha, Noel Rosa e Braguinha. No mesmo ano, lançou De Bem com a Vida, cuja faixa-título tem a participação do rapper Criolo.

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