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Artista

Leo Jaime

Sobre Leo Jaime

O cantor, compositor e guitarrista goiano Léo Jaime afirma que sabe fazer duas coisas: escrever e interpretar. Mas demorou para que seus lados jornalista/blogueiro e ator/apresentador pudessem ter a sua vez. Iniciou a carreira musical no grupo carioca João Penca e seus Miquinhos Amestrados. Após deixar o grupo, o artista multifacetado lançou seu primeiro álbum solo em 1983, Phodas “C”, com destaque para “Sônia”, paródia de “Sunny”, que ficou conhecida na voz do cantor mexicano Chris Montez. O trabalho seguinte, Sessão da Tarde (1985), apostando em um pop-rock bem-humorado e dançante, trouxe a irreverente canção “Solange”, dedicada à então diretora do departamento de censura do regime militar, em seus últimos dias. Em Todo Amor (1995) Leo Jaime se apresenta como intérprete, com uma regravação marcante de “A Lua e Eu”, de Cassiano, entre outros sucessos. Seu último álbum com canções inéditas é Interlúdio (2008). Léo Jaime solta sua porção ator em novelas (Bebê a Bordo), e seriados (Malhação) e é presença constante em programas de televisão, como Amor & Sexo e Saia Justa, além de ser comentarista de futebol.

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Leo Jaime

O cantor, compositor e guitarrista goiano Léo Jaime afirma que sabe fazer duas coisas: escrever e interpretar. Mas demorou para que seus lados jornalista/blogueiro e ator/apresentador pudessem ter a sua vez. Iniciou a carreira musical no grupo carioca João Penca e seus Miquinhos Amestrados. Após deixar o grupo, o artista multifacetado lançou seu primeiro álbum solo em 1983, Phodas “C”, com destaque para “Sônia”, paródia de “Sunny”, que ficou conhecida na voz do cantor mexicano Chris Montez. O trabalho seguinte, Sessão da Tarde (1985), apostando em um pop-rock bem-humorado e dançante, trouxe a irreverente canção “Solange”, dedicada à então diretora do departamento de censura do regime militar, em seus últimos dias. Em Todo Amor (1995) Leo Jaime se apresenta como intérprete, com uma regravação marcante de “A Lua e Eu”, de Cassiano, entre outros sucessos. Seu último álbum com canções inéditas é Interlúdio (2008). Léo Jaime solta sua porção ator em novelas (Bebê a Bordo), e seriados (Malhação) e é presença constante em programas de televisão, como Amor & Sexo e Saia Justa, além de ser comentarista de futebol.

Sobre Leo Jaime

O cantor, compositor e guitarrista goiano Léo Jaime afirma que sabe fazer duas coisas: escrever e interpretar. Mas demorou para que seus lados jornalista/blogueiro e ator/apresentador pudessem ter a sua vez. Iniciou a carreira musical no grupo carioca João Penca e seus Miquinhos Amestrados. Após deixar o grupo, o artista multifacetado lançou seu primeiro álbum solo em 1983, Phodas “C”, com destaque para “Sônia”, paródia de “Sunny”, que ficou conhecida na voz do cantor mexicano Chris Montez. O trabalho seguinte, Sessão da Tarde (1985), apostando em um pop-rock bem-humorado e dançante, trouxe a irreverente canção “Solange”, dedicada à então diretora do departamento de censura do regime militar, em seus últimos dias. Em Todo Amor (1995) Leo Jaime se apresenta como intérprete, com uma regravação marcante de “A Lua e Eu”, de Cassiano, entre outros sucessos. Seu último álbum com canções inéditas é Interlúdio (2008). Léo Jaime solta sua porção ator em novelas (Bebê a Bordo), e seriados (Malhação) e é presença constante em programas de televisão, como Amor & Sexo e Saia Justa, além de ser comentarista de futebol.

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O cantor, compositor e guitarrista goiano Léo Jaime afirma que sabe fazer duas coisas: escrever e interpretar. Mas demorou para que seus lados jornalista/blogueiro e ator/apresentador pudessem ter a sua vez. Iniciou a carreira musical no grupo carioca João Penca e seus Miquinhos Amestrados. Após deixar o grupo, o artista multifacetado lançou seu primeiro álbum solo em 1983, Phodas “C”, com destaque para “Sônia”, paródia de “Sunny”, que ficou conhecida na voz do cantor mexicano Chris Montez. O trabalho seguinte, Sessão da Tarde (1985), apostando em um pop-rock bem-humorado e dançante, trouxe a irreverente canção “Solange”, dedicada à então diretora do departamento de censura do regime militar, em seus últimos dias. Em Todo Amor (1995) Leo Jaime se apresenta como intérprete, com uma regravação marcante de “A Lua e Eu”, de Cassiano, entre outros sucessos. Seu último álbum com canções inéditas é Interlúdio (2008). Léo Jaime solta sua porção ator em novelas (Bebê a Bordo), e seriados (Malhação) e é presença constante em programas de televisão, como Amor & Sexo e Saia Justa, além de ser comentarista de futebol.

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