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Artista

Karnak

Sobre Karnak

Após encerrar o duo Os Mulheres Negras, que criou com Mauricio Pereira e que em sua primeira encarnação se manteve na ativa de 1985 a 1991, o cantor, compositor e guitarrista André Abujamra fez uma viagem por várias partes do mundo. Com ele, ia um gravador portátil. Ao voltar ao Brasil, resolveu montar uma banda que pudesse misturar as sonoridades registradas na viagem com rock, jazz, reggae e vários elementos de música brasileira. O grupo lançou seu primeiro álbum, Karnak, em 1995, pelo selo Tinitus, do produtor Peninha Schmidt. Além da musicalidade dançante, outra marca do Karnak ficava por conta do visual exótico de seus integrantes, sempre usando chapéus, toucas e túnicas oriundos de várias nacionalidades. De quebra, em alguns momentos Abujamra cantava em sua versão pessoal de dialetos arcaicos, além da língua “karnakiana”, o davadara. Curiosidades à parte, o som criativo e consistente do Karnak ganhou inúmeros fãs, o que só aumentou com o lançamento dos álbuns Universo Umbigo (1997) e Estamos Adorando Tóquio (2000). Músicas como “Comendo Uva na Chuva”, “Alma Não Tem Cor” e “O Mundo Muda” se tornaram hits do underground e até valeram exposição na MTV. Em 1998, fizeram bem-sucedida turnê que os levou aos Estados Unidos, Canadá e Europa. No final de 2002, André Abujamra anunciou o fim do grupo, que no entanto segue fazendo shows esporádicos, com formações variáveis de músicos.

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Karnak

Após encerrar o duo Os Mulheres Negras, que criou com Mauricio Pereira e que em sua primeira encarnação se manteve na ativa de 1985 a 1991, o cantor, compositor e guitarrista André Abujamra fez uma viagem por várias partes do mundo. Com ele, ia um gravador portátil. Ao voltar ao Brasil, resolveu montar uma banda que pudesse misturar as sonoridades registradas na viagem com rock, jazz, reggae e vários elementos de música brasileira. O grupo lançou seu primeiro álbum, Karnak, em 1995, pelo selo Tinitus, do produtor Peninha Schmidt. Além da musicalidade dançante, outra marca do Karnak ficava por conta do visual exótico de seus integrantes, sempre usando chapéus, toucas e túnicas oriundos de várias nacionalidades. De quebra, em alguns momentos Abujamra cantava em sua versão pessoal de dialetos arcaicos, além da língua “karnakiana”, o davadara. Curiosidades à parte, o som criativo e consistente do Karnak ganhou inúmeros fãs, o que só aumentou com o lançamento dos álbuns Universo Umbigo (1997) e Estamos Adorando Tóquio (2000). Músicas como “Comendo Uva na Chuva”, “Alma Não Tem Cor” e “O Mundo Muda” se tornaram hits do underground e até valeram exposição na MTV. Em 1998, fizeram bem-sucedida turnê que os levou aos Estados Unidos, Canadá e Europa. No final de 2002, André Abujamra anunciou o fim do grupo, que no entanto segue fazendo shows esporádicos, com formações variáveis de músicos.

Sobre Karnak

Após encerrar o duo Os Mulheres Negras, que criou com Mauricio Pereira e que em sua primeira encarnação se manteve na ativa de 1985 a 1991, o cantor, compositor e guitarrista André Abujamra fez uma viagem por várias partes do mundo. Com ele, ia um gravador portátil. Ao voltar ao Brasil, resolveu montar uma banda que pudesse misturar as sonoridades registradas na viagem com rock, jazz, reggae e vários elementos de música brasileira. O grupo lançou seu primeiro álbum, Karnak, em 1995, pelo selo Tinitus, do produtor Peninha Schmidt. Além da musicalidade dançante, outra marca do Karnak ficava por conta do visual exótico de seus integrantes, sempre usando chapéus, toucas e túnicas oriundos de várias nacionalidades. De quebra, em alguns momentos Abujamra cantava em sua versão pessoal de dialetos arcaicos, além da língua “karnakiana”, o davadara. Curiosidades à parte, o som criativo e consistente do Karnak ganhou inúmeros fãs, o que só aumentou com o lançamento dos álbuns Universo Umbigo (1997) e Estamos Adorando Tóquio (2000). Músicas como “Comendo Uva na Chuva”, “Alma Não Tem Cor” e “O Mundo Muda” se tornaram hits do underground e até valeram exposição na MTV. Em 1998, fizeram bem-sucedida turnê que os levou aos Estados Unidos, Canadá e Europa. No final de 2002, André Abujamra anunciou o fim do grupo, que no entanto segue fazendo shows esporádicos, com formações variáveis de músicos.

Sobre Karnak

Após encerrar o duo Os Mulheres Negras, que criou com Mauricio Pereira e que em sua primeira encarnação se manteve na ativa de 1985 a 1991, o cantor, compositor e guitarrista André Abujamra fez uma viagem por várias partes do mundo. Com ele, ia um gravador portátil. Ao voltar ao Brasil, resolveu montar uma banda que pudesse misturar as sonoridades registradas na viagem com rock, jazz, reggae e vários elementos de música brasileira. O grupo lançou seu primeiro álbum, Karnak, em 1995, pelo selo Tinitus, do produtor Peninha Schmidt. Além da musicalidade dançante, outra marca do Karnak ficava por conta do visual exótico de seus integrantes, sempre usando chapéus, toucas e túnicas oriundos de várias nacionalidades. De quebra, em alguns momentos Abujamra cantava em sua versão pessoal de dialetos arcaicos, além da língua “karnakiana”, o davadara. Curiosidades à parte, o som criativo e consistente do Karnak ganhou inúmeros fãs, o que só aumentou com o lançamento dos álbuns Universo Umbigo (1997) e Estamos Adorando Tóquio (2000). Músicas como “Comendo Uva na Chuva”, “Alma Não Tem Cor” e “O Mundo Muda” se tornaram hits do underground e até valeram exposição na MTV. Em 1998, fizeram bem-sucedida turnê que os levou aos Estados Unidos, Canadá e Europa. No final de 2002, André Abujamra anunciou o fim do grupo, que no entanto segue fazendo shows esporádicos, com formações variáveis de músicos.

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