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Artista

James Brown

Sobre James Brown

Conhecido como Pai do Funk e Padrinho do Soul, James Joseph Brown (1933-2006) nasceu na Carolina do Sul e teve uma infância muito pobre. O primeiro grupo gospel que liderou formou-se na prisão – aos 16, ele foi para uma cadeia juvenil por roubo e por lá ficou durante três anos. A música gospel continuou na sua banda The Flames, mas o som aos poucos deu lugar ao R&B e ao soul, ao longo da década de 1950. Nos anos 1960, as apresentações enérgicas de James Brown começaram a ficar famosas. Hits como “Prisioner of Love” e “Out of Sight” foram surgindo até sair “Papa's Got a Brand New Bag”, que lhe rendeu seu primeiro Grammy, em 1965, mesmo ano de “I Got You (I Feel Good)” e “It's a Man's Man's Man's World”. A partir dessa época, seu som já ganhara um outro contorno, que foi batizado de funk. James Brown virou um ícone nacional no auge do movimento dos direitos civis – embora não falasse de política e fosse considerado controverso por alguns líderes. Mesmo assim, no final dos anos 1960, lançou “Say It Loud - I'm Black and I'm Proud”. Nos anos 1970, excursionou pela África e Europa e teve sucessos como “Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine” e “Papa Don't Take No Mess”. Nas décadas seguintes, fez shows – nos quais sempre dançava de forma eletrizante e hipnotizava plateias –, programas de TV e lançou mais de uma biografia, mas emplacou poucos sucessos. Brown morreu no dia de Natal de 2006. Uma cerimônia em sua homenagem, três dias depois, reuniu gerações dos melhores músicos do país, como Little Richard, Michael Jackson, Lenny Kravitz, Stevie Wonder e Prince, entre outros.

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James Brown

Conhecido como Pai do Funk e Padrinho do Soul, James Joseph Brown (1933-2006) nasceu na Carolina do Sul e teve uma infância muito pobre. O primeiro grupo gospel que liderou formou-se na prisão – aos 16, ele foi para uma cadeia juvenil por roubo e por lá ficou durante três anos. A música gospel continuou na sua banda The Flames, mas o som aos poucos deu lugar ao R&B e ao soul, ao longo da década de 1950. Nos anos 1960, as apresentações enérgicas de James Brown começaram a ficar famosas. Hits como “Prisioner of Love” e “Out of Sight” foram surgindo até sair “Papa's Got a Brand New Bag”, que lhe rendeu seu primeiro Grammy, em 1965, mesmo ano de “I Got You (I Feel Good)” e “It's a Man's Man's Man's World”. A partir dessa época, seu som já ganhara um outro contorno, que foi batizado de funk. James Brown virou um ícone nacional no auge do movimento dos direitos civis – embora não falasse de política e fosse considerado controverso por alguns líderes. Mesmo assim, no final dos anos 1960, lançou “Say It Loud - I'm Black and I'm Proud”. Nos anos 1970, excursionou pela África e Europa e teve sucessos como “Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine” e “Papa Don't Take No Mess”. Nas décadas seguintes, fez shows – nos quais sempre dançava de forma eletrizante e hipnotizava plateias –, programas de TV e lançou mais de uma biografia, mas emplacou poucos sucessos. Brown morreu no dia de Natal de 2006. Uma cerimônia em sua homenagem, três dias depois, reuniu gerações dos melhores músicos do país, como Little Richard, Michael Jackson, Lenny Kravitz, Stevie Wonder e Prince, entre outros.

Sobre James Brown

Conhecido como Pai do Funk e Padrinho do Soul, James Joseph Brown (1933-2006) nasceu na Carolina do Sul e teve uma infância muito pobre. O primeiro grupo gospel que liderou formou-se na prisão – aos 16, ele foi para uma cadeia juvenil por roubo e por lá ficou durante três anos. A música gospel continuou na sua banda The Flames, mas o som aos poucos deu lugar ao R&B e ao soul, ao longo da década de 1950. Nos anos 1960, as apresentações enérgicas de James Brown começaram a ficar famosas. Hits como “Prisioner of Love” e “Out of Sight” foram surgindo até sair “Papa's Got a Brand New Bag”, que lhe rendeu seu primeiro Grammy, em 1965, mesmo ano de “I Got You (I Feel Good)” e “It's a Man's Man's Man's World”. A partir dessa época, seu som já ganhara um outro contorno, que foi batizado de funk. James Brown virou um ícone nacional no auge do movimento dos direitos civis – embora não falasse de política e fosse considerado controverso por alguns líderes. Mesmo assim, no final dos anos 1960, lançou “Say It Loud - I'm Black and I'm Proud”. Nos anos 1970, excursionou pela África e Europa e teve sucessos como “Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine” e “Papa Don't Take No Mess”. Nas décadas seguintes, fez shows – nos quais sempre dançava de forma eletrizante e hipnotizava plateias –, programas de TV e lançou mais de uma biografia, mas emplacou poucos sucessos. Brown morreu no dia de Natal de 2006. Uma cerimônia em sua homenagem, três dias depois, reuniu gerações dos melhores músicos do país, como Little Richard, Michael Jackson, Lenny Kravitz, Stevie Wonder e Prince, entre outros.

Sobre James Brown

Conhecido como Pai do Funk e Padrinho do Soul, James Joseph Brown (1933-2006) nasceu na Carolina do Sul e teve uma infância muito pobre. O primeiro grupo gospel que liderou formou-se na prisão – aos 16, ele foi para uma cadeia juvenil por roubo e por lá ficou durante três anos. A música gospel continuou na sua banda The Flames, mas o som aos poucos deu lugar ao R&B e ao soul, ao longo da década de 1950. Nos anos 1960, as apresentações enérgicas de James Brown começaram a ficar famosas. Hits como “Prisioner of Love” e “Out of Sight” foram surgindo até sair “Papa's Got a Brand New Bag”, que lhe rendeu seu primeiro Grammy, em 1965, mesmo ano de “I Got You (I Feel Good)” e “It's a Man's Man's Man's World”. A partir dessa época, seu som já ganhara um outro contorno, que foi batizado de funk. James Brown virou um ícone nacional no auge do movimento dos direitos civis – embora não falasse de política e fosse considerado controverso por alguns líderes. Mesmo assim, no final dos anos 1960, lançou “Say It Loud - I'm Black and I'm Proud”. Nos anos 1970, excursionou pela África e Europa e teve sucessos como “Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine” e “Papa Don't Take No Mess”. Nas décadas seguintes, fez shows – nos quais sempre dançava de forma eletrizante e hipnotizava plateias –, programas de TV e lançou mais de uma biografia, mas emplacou poucos sucessos. Brown morreu no dia de Natal de 2006. Uma cerimônia em sua homenagem, três dias depois, reuniu gerações dos melhores músicos do país, como Little Richard, Michael Jackson, Lenny Kravitz, Stevie Wonder e Prince, entre outros.

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