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Artista

Gal Costa

Sobre Gal Costa

Nascida na Bahia 1945, Maria da Graça Costa Penna Burgos entra invariavelmente nas listas das melhores intérpretes brasileiras de todos os tempos. O início de sua carreira se deu em palcos baianos, em shows como o de 1964, no teatro Vila Velha, em Salvador, ao lado de quatro artistas que se tornariam parceiros musicais pela vida afora: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Tom Zé. Em 1967, Gal gravou o álbum Domingo, em dupla com Caetano, e nos anos seguintes viu músicas como “Baby”, “Divino Maravilhoso” e “Que Pena (Você Já Não Gosta Mais de Mim)” invadirem as paradas de sucesso. Com o exílio de Caetano e Gil em Londres entre 1969 e 1971, a cantora se tornou uma espécie de porta-voz do movimento tropicalista no Brasil, período marcado por trabalhos como Gal Costa (1969) e Todo Vapor (1971). Água Viva, de 1978, lhe rendeu o primeiro Disco de Ouro e sedimentou sua trajetória como uma das vozes mais populares do país. Na década de 1990, embora as vendagens tenham diminuído, ela continuava prestigiada pela crítica, arrancando elogios com O Sorriso do Gato de Alice (1994) e Acústico MTV (1997). Em 2011, depois de um período longe dos estúdios e dos palcos, Gal lançou Recanto, produzido por Caetano Veloso e considerado um de seus trabalhos mais ousados, com forte influência da música eletrônica. Aos 70 anos de idade, a cantora soltou em 2015 o elogiado registro de inéditas Estratosférica. Com músicas assinadas por parceiros antigos e artistas jovens como Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Céu, Thalma de Freitas e Criolo, Gal Costa mostrou que tem fôlego de folga para abrir novos caminhos e continuar renovando seu público.

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Gal Costa

Nascida na Bahia 1945, Maria da Graça Costa Penna Burgos entra invariavelmente nas listas das melhores intérpretes brasileiras de todos os tempos. O início de sua carreira se deu em palcos baianos, em shows como o de 1964, no teatro Vila Velha, em Salvador, ao lado de quatro artistas que se tornariam parceiros musicais pela vida afora: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Tom Zé. Em 1967, Gal gravou o álbum Domingo, em dupla com Caetano, e nos anos seguintes viu músicas como “Baby”, “Divino Maravilhoso” e “Que Pena (Você Já Não Gosta Mais de Mim)” invadirem as paradas de sucesso. Com o exílio de Caetano e Gil em Londres entre 1969 e 1971, a cantora se tornou uma espécie de porta-voz do movimento tropicalista no Brasil, período marcado por trabalhos como Gal Costa (1969) e Todo Vapor (1971). Água Viva, de 1978, lhe rendeu o primeiro Disco de Ouro e sedimentou sua trajetória como uma das vozes mais populares do país. Na década de 1990, embora as vendagens tenham diminuído, ela continuava prestigiada pela crítica, arrancando elogios com O Sorriso do Gato de Alice (1994) e Acústico MTV (1997). Em 2011, depois de um período longe dos estúdios e dos palcos, Gal lançou Recanto, produzido por Caetano Veloso e considerado um de seus trabalhos mais ousados, com forte influência da música eletrônica. Aos 70 anos de idade, a cantora soltou em 2015 o elogiado registro de inéditas Estratosférica. Com músicas assinadas por parceiros antigos e artistas jovens como Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Céu, Thalma de Freitas e Criolo, Gal Costa mostrou que tem fôlego de folga para abrir novos caminhos e continuar renovando seu público.

Sobre Gal Costa

Nascida na Bahia 1945, Maria da Graça Costa Penna Burgos entra invariavelmente nas listas das melhores intérpretes brasileiras de todos os tempos. O início de sua carreira se deu em palcos baianos, em shows como o de 1964, no teatro Vila Velha, em Salvador, ao lado de quatro artistas que se tornariam parceiros musicais pela vida afora: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Tom Zé. Em 1967, Gal gravou o álbum Domingo, em dupla com Caetano, e nos anos seguintes viu músicas como “Baby”, “Divino Maravilhoso” e “Que Pena (Você Já Não Gosta Mais de Mim)” invadirem as paradas de sucesso. Com o exílio de Caetano e Gil em Londres entre 1969 e 1971, a cantora se tornou uma espécie de porta-voz do movimento tropicalista no Brasil, período marcado por trabalhos como Gal Costa (1969) e Todo Vapor (1971). Água Viva, de 1978, lhe rendeu o primeiro Disco de Ouro e sedimentou sua trajetória como uma das vozes mais populares do país. Na década de 1990, embora as vendagens tenham diminuído, ela continuava prestigiada pela crítica, arrancando elogios com O Sorriso do Gato de Alice (1994) e Acústico MTV (1997). Em 2011, depois de um período longe dos estúdios e dos palcos, Gal lançou Recanto, produzido por Caetano Veloso e considerado um de seus trabalhos mais ousados, com forte influência da música eletrônica. Aos 70 anos de idade, a cantora soltou em 2015 o elogiado registro de inéditas Estratosférica. Com músicas assinadas por parceiros antigos e artistas jovens como Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Céu, Thalma de Freitas e Criolo, Gal Costa mostrou que tem fôlego de folga para abrir novos caminhos e continuar renovando seu público.

Sobre Gal Costa

Nascida na Bahia 1945, Maria da Graça Costa Penna Burgos entra invariavelmente nas listas das melhores intérpretes brasileiras de todos os tempos. O início de sua carreira se deu em palcos baianos, em shows como o de 1964, no teatro Vila Velha, em Salvador, ao lado de quatro artistas que se tornariam parceiros musicais pela vida afora: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Tom Zé. Em 1967, Gal gravou o álbum Domingo, em dupla com Caetano, e nos anos seguintes viu músicas como “Baby”, “Divino Maravilhoso” e “Que Pena (Você Já Não Gosta Mais de Mim)” invadirem as paradas de sucesso. Com o exílio de Caetano e Gil em Londres entre 1969 e 1971, a cantora se tornou uma espécie de porta-voz do movimento tropicalista no Brasil, período marcado por trabalhos como Gal Costa (1969) e Todo Vapor (1971). Água Viva, de 1978, lhe rendeu o primeiro Disco de Ouro e sedimentou sua trajetória como uma das vozes mais populares do país. Na década de 1990, embora as vendagens tenham diminuído, ela continuava prestigiada pela crítica, arrancando elogios com O Sorriso do Gato de Alice (1994) e Acústico MTV (1997). Em 2011, depois de um período longe dos estúdios e dos palcos, Gal lançou Recanto, produzido por Caetano Veloso e considerado um de seus trabalhos mais ousados, com forte influência da música eletrônica. Aos 70 anos de idade, a cantora soltou em 2015 o elogiado registro de inéditas Estratosférica. Com músicas assinadas por parceiros antigos e artistas jovens como Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Céu, Thalma de Freitas e Criolo, Gal Costa mostrou que tem fôlego de folga para abrir novos caminhos e continuar renovando seu público.

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