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Artista

Filipe Catto

Sobre Filipe Catto

A voz poderosa de contratenor do gaúcho Filipe Catto, que lembra Ney Matogrosso (embora ele não goste da comparação), começou a ser ouvida nos bares de Porto Alegre por volta de 2006. À época, ele já compunha o material que viraria o EP Saga, lançado três anos depois. Com um misto de bolero e rock (é fã do rock indie dos anos 1980 e chegou a gravar uma versão de “Glory Box”, do Portishead), Filipe faz shows memoráveis. Depois de Saga, lançou dois álbuns pela gravadora Universal, Fôlego e Entre Cabelos, Olhos e Furacões, este último também em DVD, com registro o show.

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Filipe Catto

A voz poderosa de contratenor do gaúcho Filipe Catto, que lembra Ney Matogrosso (embora ele não goste da comparação), começou a ser ouvida nos bares de Porto Alegre por volta de 2006. À época, ele já compunha o material que viraria o EP Saga, lançado três anos depois. Com um misto de bolero e rock (é fã do rock indie dos anos 1980 e chegou a gravar uma versão de “Glory Box”, do Portishead), Filipe faz shows memoráveis. Depois de Saga, lançou dois álbuns pela gravadora Universal, Fôlego e Entre Cabelos, Olhos e Furacões, este último também em DVD, com registro o show.

Sobre Filipe Catto

A voz poderosa de contratenor do gaúcho Filipe Catto, que lembra Ney Matogrosso (embora ele não goste da comparação), começou a ser ouvida nos bares de Porto Alegre por volta de 2006. À época, ele já compunha o material que viraria o EP Saga, lançado três anos depois. Com um misto de bolero e rock (é fã do rock indie dos anos 1980 e chegou a gravar uma versão de “Glory Box”, do Portishead), Filipe faz shows memoráveis. Depois de Saga, lançou dois álbuns pela gravadora Universal, Fôlego e Entre Cabelos, Olhos e Furacões, este último também em DVD, com registro o show.

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A voz poderosa de contratenor do gaúcho Filipe Catto, que lembra Ney Matogrosso (embora ele não goste da comparação), começou a ser ouvida nos bares de Porto Alegre por volta de 2006. À época, ele já compunha o material que viraria o EP Saga, lançado três anos depois. Com um misto de bolero e rock (é fã do rock indie dos anos 1980 e chegou a gravar uma versão de “Glory Box”, do Portishead), Filipe faz shows memoráveis. Depois de Saga, lançou dois álbuns pela gravadora Universal, Fôlego e Entre Cabelos, Olhos e Furacões, este último também em DVD, com registro o show.

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