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Artista

Earth, Wind & Fire

Sobre Earth, Wind & Fire

Chicago, 1969. Maurice White tem a ideia de montar um grupo musical que una o que ele gosta – e não é pouco: jazz, soul, gospel, música africana, pop, rock & roll, psicodelia, blues e folk. E não é só: a banda teria uma performance de palco bastante afinada e coreografada, usando uma seção inteira de sopros e instrumentos diferentes como a kalimba, um piano africano. White levou a missão a sério – ele via um sentido existencial e esotérico no que fazia. Dois anos depois, em Los Angeles, a primeira formação do Earth, Wind & Fire fez sua estreia. Outro três anos se passaram e “Devotion” ganhou as rádios mundo afora. Veio então uma sequência de hits como “September”, “Mighty Mighty”, “Shining Star” e “Let’s Groove”. O funk dançante da banda, cantado pela voz de tenor de White e pelo falsete de Philip Bailey, incendiou as pistas até os anos 1980. Sempre reformando seus membros e acrescentando novos estilos, como o eletrônico, a banda continua na ativa praticamente de forma ininterrupta. Só de álbuns de estúdio, foram 20, o último deles, Now, Then & Forever, de 2013.

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Earth, Wind & Fire

Chicago, 1969. Maurice White tem a ideia de montar um grupo musical que una o que ele gosta – e não é pouco: jazz, soul, gospel, música africana, pop, rock & roll, psicodelia, blues e folk. E não é só: a banda teria uma performance de palco bastante afinada e coreografada, usando uma seção inteira de sopros e instrumentos diferentes como a kalimba, um piano africano. White levou a missão a sério – ele via um sentido existencial e esotérico no que fazia. Dois anos depois, em Los Angeles, a primeira formação do Earth, Wind & Fire fez sua estreia. Outro três anos se passaram e “Devotion” ganhou as rádios mundo afora. Veio então uma sequência de hits como “September”, “Mighty Mighty”, “Shining Star” e “Let’s Groove”. O funk dançante da banda, cantado pela voz de tenor de White e pelo falsete de Philip Bailey, incendiou as pistas até os anos 1980. Sempre reformando seus membros e acrescentando novos estilos, como o eletrônico, a banda continua na ativa praticamente de forma ininterrupta. Só de álbuns de estúdio, foram 20, o último deles, Now, Then & Forever, de 2013.

Sobre Earth, Wind & Fire

Chicago, 1969. Maurice White tem a ideia de montar um grupo musical que una o que ele gosta – e não é pouco: jazz, soul, gospel, música africana, pop, rock & roll, psicodelia, blues e folk. E não é só: a banda teria uma performance de palco bastante afinada e coreografada, usando uma seção inteira de sopros e instrumentos diferentes como a kalimba, um piano africano. White levou a missão a sério – ele via um sentido existencial e esotérico no que fazia. Dois anos depois, em Los Angeles, a primeira formação do Earth, Wind & Fire fez sua estreia. Outro três anos se passaram e “Devotion” ganhou as rádios mundo afora. Veio então uma sequência de hits como “September”, “Mighty Mighty”, “Shining Star” e “Let’s Groove”. O funk dançante da banda, cantado pela voz de tenor de White e pelo falsete de Philip Bailey, incendiou as pistas até os anos 1980. Sempre reformando seus membros e acrescentando novos estilos, como o eletrônico, a banda continua na ativa praticamente de forma ininterrupta. Só de álbuns de estúdio, foram 20, o último deles, Now, Then & Forever, de 2013.

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Chicago, 1969. Maurice White tem a ideia de montar um grupo musical que una o que ele gosta – e não é pouco: jazz, soul, gospel, música africana, pop, rock & roll, psicodelia, blues e folk. E não é só: a banda teria uma performance de palco bastante afinada e coreografada, usando uma seção inteira de sopros e instrumentos diferentes como a kalimba, um piano africano. White levou a missão a sério – ele via um sentido existencial e esotérico no que fazia. Dois anos depois, em Los Angeles, a primeira formação do Earth, Wind & Fire fez sua estreia. Outro três anos se passaram e “Devotion” ganhou as rádios mundo afora. Veio então uma sequência de hits como “September”, “Mighty Mighty”, “Shining Star” e “Let’s Groove”. O funk dançante da banda, cantado pela voz de tenor de White e pelo falsete de Philip Bailey, incendiou as pistas até os anos 1980. Sempre reformando seus membros e acrescentando novos estilos, como o eletrônico, a banda continua na ativa praticamente de forma ininterrupta. Só de álbuns de estúdio, foram 20, o último deles, Now, Then & Forever, de 2013.

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