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Artista

Djavan

Sobre Djavan

Conhecido por suas letras de metáforas nem sempre fáceis, acompanhadas de ricas melodias, o cantor, compositor e violonista Djavan nasceu em 1948, em Maceió (AL). Nos anos 1970, já vivendo no Rio de Janeiro, dividia seu tempo entre cantar em bares e compor nas horas vagas. Em 1975, sua voz se espalhou pelo Brasil afora com o tema de abertura da novela Gabriela, "Alegre Menina". No mesmo ano, o cantor se destacou no Festival Abertura entoando "Fato Consumado", presente no seu primeiro álbum, A Voz, o Violão, a Música de Djavan, de 1976. O trabalho trouxe ainda uma de suas composições mais bem-sucedidas, “Flor de Lis”. Nos anos seguintes, Djavan compôs sucessos como “Álibi” (Maria Bethânia) e “A Ilha” (Roberto Carlos) e consagrou-se como autor e cantor de “Meu Bem Querer”, “Sina”, “Açaí” e “Oceano”, entre outras. Nos anos 1990, o artista buscou uma renovação com o álbum Coisa de Acender (1992), investindo também no jazz, blues e soul. Em 2015 Djavan foi homenageado com o prêmio Lifetime Achievement Award no Grammy Latino. E fez jus a quatro nomeações na mesma premiação em 2016, entre elas a de Melhor Álbum por Vidas pra Contar, lançado em 2015.

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Conhecido por suas letras de metáforas nem sempre fáceis, acompanhadas de ricas melodias, o cantor, compositor e violonista Djavan nasceu em 1948, em Maceió (AL). Nos anos 1970, já vivendo no Rio de Janeiro, dividia seu tempo entre cantar em bares e compor nas horas vagas. Em 1975, sua voz se espalhou pelo Brasil afora com o tema de abertura da novela Gabriela, "Alegre Menina". No mesmo ano, o cantor se destacou no Festival Abertura entoando "Fato Consumado", presente no seu primeiro álbum, A Voz, o Violão, a Música de Djavan, de 1976. O trabalho trouxe ainda uma de suas composições mais bem-sucedidas, “Flor de Lis”. Nos anos seguintes, Djavan compôs sucessos como “Álibi” (Maria Bethânia) e “A Ilha” (Roberto Carlos) e consagrou-se como autor e cantor de “Meu Bem Querer”, “Sina”, “Açaí” e “Oceano”, entre outras. Nos anos 1990, o artista buscou uma renovação com o álbum Coisa de Acender (1992), investindo também no jazz, blues e soul. Em 2015 Djavan foi homenageado com o prêmio Lifetime Achievement Award no Grammy Latino. E fez jus a quatro nomeações na mesma premiação em 2016, entre elas a de Melhor Álbum por Vidas pra Contar, lançado em 2015.

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Conhecido por suas letras de metáforas nem sempre fáceis, acompanhadas de ricas melodias, o cantor, compositor e violonista Djavan nasceu em 1948, em Maceió (AL). Nos anos 1970, já vivendo no Rio de Janeiro, dividia seu tempo entre cantar em bares e compor nas horas vagas. Em 1975, sua voz se espalhou pelo Brasil afora com o tema de abertura da novela Gabriela, "Alegre Menina". No mesmo ano, o cantor se destacou no Festival Abertura entoando "Fato Consumado", presente no seu primeiro álbum, A Voz, o Violão, a Música de Djavan, de 1976. O trabalho trouxe ainda uma de suas composições mais bem-sucedidas, “Flor de Lis”. Nos anos seguintes, Djavan compôs sucessos como “Álibi” (Maria Bethânia) e “A Ilha” (Roberto Carlos) e consagrou-se como autor e cantor de “Meu Bem Querer”, “Sina”, “Açaí” e “Oceano”, entre outras. Nos anos 1990, o artista buscou uma renovação com o álbum Coisa de Acender (1992), investindo também no jazz, blues e soul. Em 2015 Djavan foi homenageado com o prêmio Lifetime Achievement Award no Grammy Latino. E fez jus a quatro nomeações na mesma premiação em 2016, entre elas a de Melhor Álbum por Vidas pra Contar, lançado em 2015.

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Conhecido por suas letras de metáforas nem sempre fáceis, acompanhadas de ricas melodias, o cantor, compositor e violonista Djavan nasceu em 1948, em Maceió (AL). Nos anos 1970, já vivendo no Rio de Janeiro, dividia seu tempo entre cantar em bares e compor nas horas vagas. Em 1975, sua voz se espalhou pelo Brasil afora com o tema de abertura da novela Gabriela, "Alegre Menina". No mesmo ano, o cantor se destacou no Festival Abertura entoando "Fato Consumado", presente no seu primeiro álbum, A Voz, o Violão, a Música de Djavan, de 1976. O trabalho trouxe ainda uma de suas composições mais bem-sucedidas, “Flor de Lis”. Nos anos seguintes, Djavan compôs sucessos como “Álibi” (Maria Bethânia) e “A Ilha” (Roberto Carlos) e consagrou-se como autor e cantor de “Meu Bem Querer”, “Sina”, “Açaí” e “Oceano”, entre outras. Nos anos 1990, o artista buscou uma renovação com o álbum Coisa de Acender (1992), investindo também no jazz, blues e soul. Em 2015 Djavan foi homenageado com o prêmio Lifetime Achievement Award no Grammy Latino. E fez jus a quatro nomeações na mesma premiação em 2016, entre elas a de Melhor Álbum por Vidas pra Contar, lançado em 2015.

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