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Artista

Billie Holiday

Sobre Billie Holiday

Billie Holiday redefiniu o estilo de cantar ao modular sua voz no mesmo ritmo que os instrumentos do jazz. Nascida em 1915, na Filadélfia, Billie teve uma infância pobre e difícil. No Harlem, em Nova York, entrou para a prostituição aos 14 anos e começou a cantar em casas noturnas quase na mesma época. Aos 18, já era conhecida como cantora – e dava os primeiros passos em direção ao nascimento da lenda conhecida como Lady Day. Começou parcerias com jazzistas como Lester Young, Count Basie – foi com a banda dele que ela imortalizou “Summertime” – e Artie Shaw. O sucesso veio para valer nos anos 1940, logo depois de fazer uma impactante interpretação de “Strange Fruit” – uma referência aos negros enforcados em árvores por racistas no sul dos Estados Unidos. Mas com a fama também veio o agravamento de seu vício em drogas e álcool, que acabaria por matá-la em 1959, aos 44 anos. Ao longo de sua carreira, Billie gravou 12 álbuns com algumas das maiores canções da primeira metade do século 20. Sua história foi contada na autobiografia Lady Sings the Blues, que a cantora lançou em 1956. Nela, Billie Holiday dá um pista dos sentimentos que embalavam suas pungentes interpretações: “Você não é ninguém nos Estados Unidos até morrer. A partir de então você é a maior”.

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Billie Holiday

Billie Holiday redefiniu o estilo de cantar ao modular sua voz no mesmo ritmo que os instrumentos do jazz. Nascida em 1915, na Filadélfia, Billie teve uma infância pobre e difícil. No Harlem, em Nova York, entrou para a prostituição aos 14 anos e começou a cantar em casas noturnas quase na mesma época. Aos 18, já era conhecida como cantora – e dava os primeiros passos em direção ao nascimento da lenda conhecida como Lady Day. Começou parcerias com jazzistas como Lester Young, Count Basie – foi com a banda dele que ela imortalizou “Summertime” – e Artie Shaw. O sucesso veio para valer nos anos 1940, logo depois de fazer uma impactante interpretação de “Strange Fruit” – uma referência aos negros enforcados em árvores por racistas no sul dos Estados Unidos. Mas com a fama também veio o agravamento de seu vício em drogas e álcool, que acabaria por matá-la em 1959, aos 44 anos. Ao longo de sua carreira, Billie gravou 12 álbuns com algumas das maiores canções da primeira metade do século 20. Sua história foi contada na autobiografia Lady Sings the Blues, que a cantora lançou em 1956. Nela, Billie Holiday dá um pista dos sentimentos que embalavam suas pungentes interpretações: “Você não é ninguém nos Estados Unidos até morrer. A partir de então você é a maior”.

Sobre Billie Holiday

Billie Holiday redefiniu o estilo de cantar ao modular sua voz no mesmo ritmo que os instrumentos do jazz. Nascida em 1915, na Filadélfia, Billie teve uma infância pobre e difícil. No Harlem, em Nova York, entrou para a prostituição aos 14 anos e começou a cantar em casas noturnas quase na mesma época. Aos 18, já era conhecida como cantora – e dava os primeiros passos em direção ao nascimento da lenda conhecida como Lady Day. Começou parcerias com jazzistas como Lester Young, Count Basie – foi com a banda dele que ela imortalizou “Summertime” – e Artie Shaw. O sucesso veio para valer nos anos 1940, logo depois de fazer uma impactante interpretação de “Strange Fruit” – uma referência aos negros enforcados em árvores por racistas no sul dos Estados Unidos. Mas com a fama também veio o agravamento de seu vício em drogas e álcool, que acabaria por matá-la em 1959, aos 44 anos. Ao longo de sua carreira, Billie gravou 12 álbuns com algumas das maiores canções da primeira metade do século 20. Sua história foi contada na autobiografia Lady Sings the Blues, que a cantora lançou em 1956. Nela, Billie Holiday dá um pista dos sentimentos que embalavam suas pungentes interpretações: “Você não é ninguém nos Estados Unidos até morrer. A partir de então você é a maior”.

Sobre Billie Holiday

Billie Holiday redefiniu o estilo de cantar ao modular sua voz no mesmo ritmo que os instrumentos do jazz. Nascida em 1915, na Filadélfia, Billie teve uma infância pobre e difícil. No Harlem, em Nova York, entrou para a prostituição aos 14 anos e começou a cantar em casas noturnas quase na mesma época. Aos 18, já era conhecida como cantora – e dava os primeiros passos em direção ao nascimento da lenda conhecida como Lady Day. Começou parcerias com jazzistas como Lester Young, Count Basie – foi com a banda dele que ela imortalizou “Summertime” – e Artie Shaw. O sucesso veio para valer nos anos 1940, logo depois de fazer uma impactante interpretação de “Strange Fruit” – uma referência aos negros enforcados em árvores por racistas no sul dos Estados Unidos. Mas com a fama também veio o agravamento de seu vício em drogas e álcool, que acabaria por matá-la em 1959, aos 44 anos. Ao longo de sua carreira, Billie gravou 12 álbuns com algumas das maiores canções da primeira metade do século 20. Sua história foi contada na autobiografia Lady Sings the Blues, que a cantora lançou em 1956. Nela, Billie Holiday dá um pista dos sentimentos que embalavam suas pungentes interpretações: “Você não é ninguém nos Estados Unidos até morrer. A partir de então você é a maior”.

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