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Artista

Baco Exu do Blues

Sobre Baco Exu do Blues

O rapper baiano Diogo Moncorvo, conhecido pelo nome artístico Baco Exu do Blues, une em seu trabalho trap e música brasileira. Fez suas primeiras rimas em batalhas de rap de Salvador, sua cidade natal. Em 2016, aos 20 anos de idade, agitou a cena do hip hop nacional com o single “Sulicídio”, parceria com o MC pernambucano Diomedes Chinaski, no qual faz uma contundente crítica ao que ele considera um preconceito em relação à cultura nordestina e ao rap feito naquela região do país. No ano seguinte, estreou em álbum com Esú, que teve como destaque a faixa “Te Amo Disgraça”. No embalo do batuque do maracatu e de cânticos em ioruba, o rapper fala de amor, morte, religião e da dualidade entre o humano e o divino. Já em “Sinfonia do Adeus”, música lançada em 2018, estão presentes os temas perda, saudade e luto, expressos no refrão “A saudade que mais dói / É a do abraço não dado / Do eu te amo não dito".

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Baco Exu do Blues

O rapper baiano Diogo Moncorvo, conhecido pelo nome artístico Baco Exu do Blues, une em seu trabalho trap e música brasileira. Fez suas primeiras rimas em batalhas de rap de Salvador, sua cidade natal. Em 2016, aos 20 anos de idade, agitou a cena do hip hop nacional com o single “Sulicídio”, parceria com o MC pernambucano Diomedes Chinaski, no qual faz uma contundente crítica ao que ele considera um preconceito em relação à cultura nordestina e ao rap feito naquela região do país. No ano seguinte, estreou em álbum com Esú, que teve como destaque a faixa “Te Amo Disgraça”. No embalo do batuque do maracatu e de cânticos em ioruba, o rapper fala de amor, morte, religião e da dualidade entre o humano e o divino. Já em “Sinfonia do Adeus”, música lançada em 2018, estão presentes os temas perda, saudade e luto, expressos no refrão “A saudade que mais dói / É a do abraço não dado / Do eu te amo não dito".

Sobre Baco Exu do Blues

O rapper baiano Diogo Moncorvo, conhecido pelo nome artístico Baco Exu do Blues, une em seu trabalho trap e música brasileira. Fez suas primeiras rimas em batalhas de rap de Salvador, sua cidade natal. Em 2016, aos 20 anos de idade, agitou a cena do hip hop nacional com o single “Sulicídio”, parceria com o MC pernambucano Diomedes Chinaski, no qual faz uma contundente crítica ao que ele considera um preconceito em relação à cultura nordestina e ao rap feito naquela região do país. No ano seguinte, estreou em álbum com Esú, que teve como destaque a faixa “Te Amo Disgraça”. No embalo do batuque do maracatu e de cânticos em ioruba, o rapper fala de amor, morte, religião e da dualidade entre o humano e o divino. Já em “Sinfonia do Adeus”, música lançada em 2018, estão presentes os temas perda, saudade e luto, expressos no refrão “A saudade que mais dói / É a do abraço não dado / Do eu te amo não dito".

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O rapper baiano Diogo Moncorvo, conhecido pelo nome artístico Baco Exu do Blues, une em seu trabalho trap e música brasileira. Fez suas primeiras rimas em batalhas de rap de Salvador, sua cidade natal. Em 2016, aos 20 anos de idade, agitou a cena do hip hop nacional com o single “Sulicídio”, parceria com o MC pernambucano Diomedes Chinaski, no qual faz uma contundente crítica ao que ele considera um preconceito em relação à cultura nordestina e ao rap feito naquela região do país. No ano seguinte, estreou em álbum com Esú, que teve como destaque a faixa “Te Amo Disgraça”. No embalo do batuque do maracatu e de cânticos em ioruba, o rapper fala de amor, morte, religião e da dualidade entre o humano e o divino. Já em “Sinfonia do Adeus”, música lançada em 2018, estão presentes os temas perda, saudade e luto, expressos no refrão “A saudade que mais dói / É a do abraço não dado / Do eu te amo não dito".

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