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Artista

Almir Guineto

Sobre Almir Guineto

Referência no mundo do samba, Almir Guineto foi criado no Morro do Salgueiro, zona norte do Rio de Janeiro. A mãe era figura conhecida na Escola Acadêmicos do Salgueiro; o pai, violonista do grupo Fina Flor do Samba; e o irmão foi um dos fundadores do Originais do Samba. Durante os anos 1970, Guineto foi mestre de bateria e um dos diretores do Salgueiro, além de parte do bloco Cacique de Ramos – quando conheceu a “madrinha” Beth Carvalho – e, mudando para São Paulo, integrante do próprio Originais do Samba. À época, revolucionou o gênero ao adaptar o banjo com um braço de cavaquinho, “invenção” popular até hoje. Na década seguinte marcou de vez seu nome na história da música brasileira: fundou – ao lado de Jorge Aragão – o grupo Fundo de Quintal, com o qual permaneceu até 1995. Seu último álbum lançado foi Cartão de Visita (2012). Morto ao 70 anos de idade, em maio de 2017, Guineto segue reverenciado pelas inovações, pelo talento como letrista e por sucessos como “Conselho”, “Insensato Destino”, “Caxambu", "Jibóia” e “Coisinha do Pai”.

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Almir Guineto

Referência no mundo do samba, Almir Guineto foi criado no Morro do Salgueiro, zona norte do Rio de Janeiro. A mãe era figura conhecida na Escola Acadêmicos do Salgueiro; o pai, violonista do grupo Fina Flor do Samba; e o irmão foi um dos fundadores do Originais do Samba. Durante os anos 1970, Guineto foi mestre de bateria e um dos diretores do Salgueiro, além de parte do bloco Cacique de Ramos – quando conheceu a “madrinha” Beth Carvalho – e, mudando para São Paulo, integrante do próprio Originais do Samba. À época, revolucionou o gênero ao adaptar o banjo com um braço de cavaquinho, “invenção” popular até hoje. Na década seguinte marcou de vez seu nome na história da música brasileira: fundou – ao lado de Jorge Aragão – o grupo Fundo de Quintal, com o qual permaneceu até 1995. Seu último álbum lançado foi Cartão de Visita (2012). Morto ao 70 anos de idade, em maio de 2017, Guineto segue reverenciado pelas inovações, pelo talento como letrista e por sucessos como “Conselho”, “Insensato Destino”, “Caxambu", "Jibóia” e “Coisinha do Pai”.

Sobre Almir Guineto

Referência no mundo do samba, Almir Guineto foi criado no Morro do Salgueiro, zona norte do Rio de Janeiro. A mãe era figura conhecida na Escola Acadêmicos do Salgueiro; o pai, violonista do grupo Fina Flor do Samba; e o irmão foi um dos fundadores do Originais do Samba. Durante os anos 1970, Guineto foi mestre de bateria e um dos diretores do Salgueiro, além de parte do bloco Cacique de Ramos – quando conheceu a “madrinha” Beth Carvalho – e, mudando para São Paulo, integrante do próprio Originais do Samba. À época, revolucionou o gênero ao adaptar o banjo com um braço de cavaquinho, “invenção” popular até hoje. Na década seguinte marcou de vez seu nome na história da música brasileira: fundou – ao lado de Jorge Aragão – o grupo Fundo de Quintal, com o qual permaneceu até 1995. Seu último álbum lançado foi Cartão de Visita (2012). Morto ao 70 anos de idade, em maio de 2017, Guineto segue reverenciado pelas inovações, pelo talento como letrista e por sucessos como “Conselho”, “Insensato Destino”, “Caxambu", "Jibóia” e “Coisinha do Pai”.

Sobre Almir Guineto

Referência no mundo do samba, Almir Guineto foi criado no Morro do Salgueiro, zona norte do Rio de Janeiro. A mãe era figura conhecida na Escola Acadêmicos do Salgueiro; o pai, violonista do grupo Fina Flor do Samba; e o irmão foi um dos fundadores do Originais do Samba. Durante os anos 1970, Guineto foi mestre de bateria e um dos diretores do Salgueiro, além de parte do bloco Cacique de Ramos – quando conheceu a “madrinha” Beth Carvalho – e, mudando para São Paulo, integrante do próprio Originais do Samba. À época, revolucionou o gênero ao adaptar o banjo com um braço de cavaquinho, “invenção” popular até hoje. Na década seguinte marcou de vez seu nome na história da música brasileira: fundou – ao lado de Jorge Aragão – o grupo Fundo de Quintal, com o qual permaneceu até 1995. Seu último álbum lançado foi Cartão de Visita (2012). Morto ao 70 anos de idade, em maio de 2017, Guineto segue reverenciado pelas inovações, pelo talento como letrista e por sucessos como “Conselho”, “Insensato Destino”, “Caxambu", "Jibóia” e “Coisinha do Pai”.

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